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terça-feira, 2 de abril de 2013

1ª atividade da disicplina


As dúvidas e questionamentos operam um papel fundamental na ciência. Muitas vezes coisas tidas como "tolas" têm a capacidade de impulsionar a transformação de conhecimentos consolidados e abrir o caminho para transformações profundas. Na maioria das vezes, porém, as tolices continuam a ser o que eram, porém de modo não exclusivo, já que muitas "verdades científicas indiscutíveis" com o passar dos tempos não se revelam mais brilhantes do que certas ingenuidades atuais. 

A atividade preparatória para a aula do dia 4/abr, consiste em ler o texto sobre o conhecimento científico de Vanessa Bárbara (link aqui) e comentá-lo, tendo em vista a própria experiencia em pesquisa científica. Os comentários devem ser feitos no campo comment abaixo e são obrigatórios para os alunos da disciplina 2013 e optativos para todos os demais leitores do blog que queiram participar.

Outros textos que podem estimular o debate podem ser acessado nesse post aqui.

19 comentários:

  1. De onde estiver, após o último teste com sua almofada ejetora, Bruno deve estar radiante com os agradecimentos de jéssica, curada de sua diabete, 50 anos após ter assistido e chorado no masscre dos soldadinhos.

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  2. O texto retrata como a forma de conduzir uma pesquisa científica pode interferir em seu resultado. O personagem Bruno possuía importantes características para o desenvolvimento de uma pesquisa científica, como a curiosidade e os inúmeros questionamentos. No entanto, não utilizava os métodos adequados e por esse motivo não obtinha sucesso nem credibilidade junto às comunidades das quais fez parte ao longo de sua trajetória. Alunas: Cecília Morena e Mirian Alves.

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  3. O texto em questão levantou para mim tres questões principais:
    - uso a ser dado a uma determinada pesquisa/produto nem sempre cabe ao autor;
    - o panorama científico é extremamente vulnerável ao tempo;
    - os métodos utilizados para solucionar um determinado problema nem sempre são os mais adequados e muitas vezes envolvem questões éticas e de responsabilidade social.

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    1. Lanai = Conceição18 de julho de 2013 08:51

      Sou a Conceição!

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  4. Ainda que a ciência seja extremamente importante para a evolução da sociedade, faz-se necessário a observação e o seguimento dos parâmetros éticos para tornar útil e harmônica a aplicação da ciência no cotidiano.

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  5. O texto inquietou-me e me fez questionar se o personagem Bruno é realmente um cientista ou se na verdade é apenas um inventor. Por não usar métodos, não ter uma hipótese e por atuar em vários ramos da ciência suas idéias não foram levada a sério sendo o rótulo de cientista questionável. Parece-me que ele utilizou idéias aleatórias e que suas descobertas tiveram uma ajuda da sorte.

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  6. Duas partes do texto me chamaram bastante atenção:

    "Daí se pode concluir,portanto,que Bruno nasceu
    para a ciência..." (Início do segundo parágrafo)

    E mais a frente "Seus métodos eram cada vez mais discutíveis." (final do terceiro parágrafo)

    Não vejo a curiosidade como fator principal para se fazer ciência. Pode ser uma motivação, mas não determina que uma pessoa possa ser cientista.

    E no caso, o método é importante para se explicar os resultados obtidos, no caso Bruno não parecia bem o que estava buscando e nem como fazia tais descobertas.

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  7. Bruno era apaixonado pela ciência e não media esforços para testar suas teorias e realizar seus experimentos. O grande problema consiste em que, além de não se utilizar de nenhum método formal, ele fazia seus testes sem compreender "o porquê" dos fenêmenos, ele não compreendia o funcionamento de seus experimentos, talvez por isso, ele não obteve êxito enquanto "cientista". Alunas: Ana Carolina Cintra, Lorena e Camila.

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  8. O pobre do Bruno, que dedicou uma vida a seus experimentos, não logrou êxito em nenhum deles, nem mesmo a Serendipidade conspirou para que ele, em meio a tantas experiências inúteis, pudesse descobrir, por acaso, algo que fosse realmente importante. Apesar da grande variedade de tentativas de experimentos, na prática há uma total ausência de métodologia. As ' viagens' investigativas do rapaz nunca (ou quase nunca) partiam de um problema real a ser solucionado, a despetito da motivação, em todas as tentativas ficou patente a falta da etapa de análise, onde se busca o entendimento do fenômeno em estudo. Certamente o Bruno não fazia ciência, mas suas tentativqs acabaram por favorecer a outros que conseguiram enxergar tais experimentos sob a ótica da Ciência.

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  9. Vamos lá. Duas grandes características me chamaram atenção no texto. A primeira é que Bruno não tinha foco em suas pesquisas. Caso tivesse foco, os resultados alcançados em um escopo de pesquisa auxiliariam como entrada e contribuições para pesquisas subsequentes. Seria uma adição progressiva de conhecimento, provido pelas suas observações. A segunda grande característica é a falta de contribuição científica para suas pesquisas. Nesse contexto, além de ser necessário um objetivo bem definido, é necessário que esse objetivo seja relevante, ou seja, que haja uma contribuição, pelo menos em tese, clara. Além dessas duas características, fica claro a falta de metodologia, conforme comentários anteriores. Deve-se ressaltar, no entanto, que o empirismo nem sempre é ruim ou quer significar bagunça. Empirismo está ligado à observação e, se esta for feita com método, pode ser uma abordagem interessante. Tal fato pode ser percebido no texto auxiliar intitulado "Recita afrodisíaca" onde, embora houvesse observação, não havia método para controlar as variáveis e impedir influências na observação.
    Rafael Azevedo.

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  10. Nosso protagonista está mais preocupado em experimentar do que em fazer ciência. Não existe método ou objetivo em seus intentos. Ele não parece estar preocupado com o entendimento das relações causa e efeito, apenas faz experimentos aleatórios sem nenhuma metodologia.

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  11. Dentro do contexto da disciplina da Metodologia da Pesquisa, Bruno em nenhuma das situações do texto da Vanessa Bárbara comprovou seus argumentos, não usou qualquer tipo de Metodologia, ou seja, sem análise e sem testar a situação. Por fim, não fez Ciência. (Alcimar S Rangel)

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  12. 11 de abril de 2013 08:32, Sonia Boeres escreveu:
    "André, Como nao sei onde encontar a página que enviei, refiz a resposta e envio abaixo:

    Assim como Bruno, não devemos perder o espírito científico, a vontade nata de inventar, descobrir, re-inventar ou olhar de modo diferente um conhecido fenômeno, ainda que seja para criar uma máquina movida a cuspe ou uma almofada ejetora. Meu projeto de mestrado tratava de um tema novo para a época, mostrei para um amigo, mestre, que nao previu grande resultado naquela pesquisa, mas educadamente me incentivou a iniciar os estudos. Anos depois ele voltou para a universidade para defender tese sobre o mesmo tema. Ainda bem que nao aconteceu comigo o que se deu com Bruno "professores se recusavam a orientá-lo em projetos francamente anormais e rejeitavam sua inscrição nas disciplinas."

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  13. El texto sobre conocimiento cientifico de Vanessa Bárbara, nos anima a desarrollar las actitudes investigativas y el espirítu cientifico que poseemos, considerando el ensayo y el error que es propio del ser humano.Presenta a Bruno desde sus inicios en el campo de la investigación quizas no estructurada en un inicio, tomando mas cuerpo ya en las aulas universitarias, finalmente dando solución o respuesta a un hecho concreto.

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  14. La lectura motiva el espíritu investigador, por que resalta el animo de Bruno para seguir creando y comprobando empíricamente sus ideas, aunque no logro mucho ya que no tuvo el apoyo se nadie.

    También creo que la curiosidad y el preguntarnos el porqué de las cosas, ayuda mucho a iniciar el proceso de investigación que es un camino para hacer ciencia.

    ​​Como comenta Sonia, se requiere también de un orientador que apueste y contribuya a mejorar las propuestas e ideas de investigación.

    Saludos​

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  15. O texto, assim como o filme do Arquivo X, motivou a reflexão sobre o que é ciencia, sobre as caracteristicas que definem o trabalho do cientista. Nesse momento, chegou-se a conclusão que a ciencia é definida pelo método científico.

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  16. A autora quis mostrar que, apesar do personagem Bruno amar a Ciência, nem tudo é Ciência, pois o personagem descobre coisas mediante tentativas, com acertos e erros, sem usar procedimentos adequados para tal. Apesar disso, em algum momento, um cientista toma conhecimento do que foi “descoberto” e, por meio de estudos e pesquisas, fazendo correlações entre as ‘descobertas’, utilizando metodologias formais, transforma a ‘descoberta’, aplicando conhecimento consistido, torna-a útil para a sociedade, porém, a ‘descoberta’ permanece com a mesma essência inicial.

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  17. Texto interessante e que nos leva a refletir sobre o que realmente é ciência e sua contribuição para com a sociedade. Alguns dos atos praticados pelo ator principal do texto, Bruno, trouxeram descobertas produtivas, contudo a que preço elas foram obtidas. Este é um ponto que merece atenção, pois estudar e praticar ciência é muito mais que desenvolver novas tecnologias e entender os acontecimentos ao redor, também é estar atendo aos impactos negativos que estas descobertas tanto no desenvolvimento da pesquisa quanto no produto final obtido podem acarretar, sempre ponderando os prós e contras.

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  18. O desenvolvimento, do Bruno da capacidade de aprender nos parece uma síntese dos objetivos de qualquer sistema de como fazer ciência para que tenham condições de adaptar-se a mudanças tanto culturais, tecnológicas ou sociais.

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