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quinta-feira, 10 de março de 2011

Citar e referenciar para não cometer plágio

Copiado de Cartoon Stock
O cartoon acima, amplamente reproduzido pela Internet, bem ilustra um problema comum: o Ctrl+C Ctrl+V; o popular recorta e cola. A prática apresenta dois problemas principais: um de direitos autorais, outro de direitos comerciais, ou de divulgação. Quem infringir o primeiro estará, certamente, infringindo o segundo, porém a recíproca não é verdadeira. Por exemplo, mesmo sem ter os direitos de divulgação da imagem acima, como são feitas todas as referências autorais, não se pode acusar este blog de violar os direitos de autor e, portanto, de cometer plágio. Em defesa do segundo ponto, pode-se alegar, que apenas está reproduzida uma imagem de divulgação (uma amostra disponibilizada pelo site) de baixa resolução, para usos não comerciais.

O ponto principal, afeto a este blog, é o cuidado que a redação científica deve ter com relação ao uso das idéias e formatos de exposição das mesmas feitas por outrem. A frase "To be or not to be, that is the question" foi formulada por Shakespeare. A reprodução de tal frase, mesmo que traduzida, sem referência ao seu autor, pode ser encarada como plágio, porque reproduz, sem indicar a autoria (portanto atribuindo-a implicitamente ao seu plagiador) a idéia e formato de exposição da mesma. Caso a frase fosse apresentada assim "A principal questão reside no dilema ser/não-ser" não haveria plágio de forma, porém a idéia continuaria a ser apropriada indevidamente por alguém que não foi o responsável por sua elaboração.

Copiado de Klat Talk
No Brasil, infelizmente, dado o sistemático condicionamento ao qual os jovens são submetidos na elaboração das mal-fadadas "pesquisas escolares", os estudantes universitários inciantes, em boa fé e inocência, tendem a achar que copiar é pesquisar e que copiar bastante é fazer trabalhos universitários pré-científicos. O recurso dos textos eletrônicos e do copy & paste, neste aspecto, só piora a situação. Muitas vezes é muito difícil definir o que é plágio e o que não é, em função de definições legais, muitas vezes relacionadas à obtenção de vantagens pecuniárias e à má-fé na realização da cópia. Muitos são os colegas docentes que se vêem em saias-justas quando se deparam com trabalhos copiados da Internet, de colegas docentes ou até mesmo de colegas discentes. A primeira atitude educativa geralmente é explicar e ensinar para aquele aluno que isso não se faz, que além das implicações éticas existem problemas legais mais sérios etc. etc. etc. Em outras situações, mesmo quando não mais é possível presumir a boa-fé do plagiador, a cultura acadêmica nacional dificulta a aplicação de sanções disciplinares (também educativas) mais severas. No final da escala há os plágiadores profissionais (não os semi-profissionais, que vendem trabalhos pela Internet) que se aproveitam de dados e informações alheias para alavancar carreiras intelectuais, conseguir patrocínios, verbas de pesquisa, patentes etc., como foi o exemplo da USP que veio à tona (um em um milhão) recentemente (ver post do CB aqui).
Na tentativa de começar a coibir a prática antes que ela possa atingir degraus mais elevados, o Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da UnB, em sua recente reformulação do regulamento (disponível aqui), tornou explícito que a realização de cópias de textos indevidamente referenciadas é passíveis de desligamento: "Artigo 20. Entende-se como uma infração disciplinar, passível de desligamento do programa, (...) o ato do aluno, comprovadamente, apresentar textos em cumprimento de exigências do programa e/ou disciplinas que contenham cópias de textos de  outrem sem o devido estabelecimento de autoria, feitas deliberadamente  com o intuito de apropriar-se do trabalho intelectual de outra pessoa.". Em outras realidades esse tipo de regulamentação é padrão, porém no Brasil não é usual.
Existem diferentes tipos de plágio, porém o pesquisador iniciante deve tomar sempre muito cuidado em referenciar suas fontes (preferencialmente citando-as em conformidade com as normas da ABNT - ver post sobre isso aqui). O artigo de Loveleena Rajeev, que além de trazer a ótima imagem da esquerda, publicado no portal Buzzle.com traz uma listagem resumida da diversidade de possibilidades (acesse o artigo aqui). Há ainda muito material disponível na Internet que pode orientar sobre o assunto, como por exemplo o site Plagiarism dot Org, que é bastante explicativo e didático. Outra referência interessante, e bem divertida, é um vídeo feito na Universidade de Bergen, na Noruega, que pode somar no processo educativo dos novos pesquisadores, quanto à referenciação correta da autoria de frases e idéias:

119 comentários:

  1. Plágio é crime!!!
    Salutar, caríssimo André, levantar a discussão sobre essa prática criminosa na academia e em especial na área da Ciência da Informação.
    E levanto eu uma bandeira aqui:
    DENUNCIEM! PLÁGIO É CRIME!
    Profissionais em especial da Ciência da Informação têm uma obrigação moral em face do objeto que lidam: a informação científica e tecnológica, a informação na sociedade.
    Parabenizo o Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Fundação Universidade de Brasília pela iniciativa da recente reformulação do seu regulamento, como divulgado oportunamente pelo Prof. André Ancona Lopez neste blog Metodologia em Ciência da informação e na lista da EDICIC: "Artigo 20. Entende-se como uma infração disciplinar, passível de desligamento do programa, (...) o ato do aluno, comprovadamente, apresentar textos em cumprimento de exigências do programa e/ou disciplinas que contenham cópias de textos de outrem sem o devido estabelecimento de autoria, feitas deliberadamente com o intuito de apropriar-se do trabalho intelectual de outra pessoa.".
    A respeito, sugiro a leitura do documento da Ordem dos Advogados do Brasil (acesse o link: http://www.oab.org.br/combateplagio/CombatePlagio.pdf ) utilizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) no combate a tal crime terrível dentro da academia, que vem se proliferando inclusive na produção e divulgação da pesquisa e pós-graduação como praga (acesse aqui as orientações da CAPES: http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/OrientacoesCapes_CombateAoPlagio.pdf ).
    Aproveito para um desabafo: recentemente fui acometido de plágio parcial e conceitual (acesse aqui uma interessante reportagem de Bruno Garschagen para iniciar a compreensão dos termos: http://www.minhocanacabeca.com/moscanasopa/?pg=noticia&noticia=119 ). Registro pessoalmente: o plágio conceitual para mim é o mais torpe, é inteligente e por isso altamente dissimulado, cruel e sem escrúpulos. Apropria-se indevidamente de conceitos, definições, criações teóricas de outrem. É, meus caros colegas da Ciência da Informação do Brasil, a área não está imune.
    E faço questão de comunicar, se alguns de meus pares, ex-colegas do Mestrado em Ciência da Informação que realizei na Universidade Federal da Paraíba e professores de instituições públicas federais diferentes da qual pertenço não tivessem me avisado, talvez nunca eu tomasse conhecimento desta prática contra a mim. Agradeço imensamente a estas pessoas éticas que conhecem o meu trabalho e repudiam a prática do plágio, seja em qualquer face ou tipo que se apresente.
    Daí, mais do que nunca, ratifico a bandeira que levantei no início desta mensagem: DENUNCIEM! PLÁGIO É CRIME!
    Por fim, indico mais uma referência oportuna que merece ser disseminada, a publicação da Universidade Federal Fluminense intitulada "Nem tudo que parece é: entenda o que é plagio" (acesse o link: http://www.minhocanacabeca.com/moscanasopa/?pg=noticia&noticia=119 ), com indicações conceituais, didáticas e legais sob a perspectiva brasileira.
    Em tempo, agradeço a iniciativa de Luis Mario Segura Hechavarria pela divulgação do vídeo provocativo e necessário sobre o crime de plágio na lista do EDICIC, bem como agradeço ao Prof. André Ancona Lopez pela iniciativa da divulgação do mesmo vídeo com legendas em português disponibilizado acima.
    Saudações a todos,

    Alan Curcino
    Professor da Universidade Federal de Alagoas
    Mestre em Ciência da Informação (UFPB)
    Doutorando em Filosofia (PIDFIL- UFPB/UFRN/UFPE)

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  2. André
    a charge do inicio do post é perfeita !

    MHL

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  3. Muito divertido e didático o vídeo.

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  4. A máxima atribuída a José Abelardo Barbosa de Medeiros, o Chacrinha, "na televisão, nada se cria, tudo se copia", não cabe na Academia.

    A propósito, não teria o Velho Guerreiro incorrido em plágio ou coisa do gênero com essa declaração? Resta claro que ele se inspirou na famosa frase/teoria do francês Antoine Lavoisier: "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." Eis a questão.

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  5. Parece que é preciso relativizar um pouco mais as coisas. Programa de auditório, com apelo popular é uma coisa. Academia, como você bem notou, é outra. A célebre frase de Lavoisier, totalmente desvinculada de seu contexto do estudo da conservação de massa, acabou sendo adaptada no Brasil, caindo em domínio público, na forma de sátira. Nesse caso não há plágio, porém recriação.

    Alguns autores defendem que hoje, com a profusão das tecnologias de comunicação 3.0, é preciso repensar a questão do plágio e dos direitos de autor (ver post aqui). Acredito que tal questão não é tão nova assim e tem suas raízes ligadas à profusão dos meios de comunicação de massa.

    Responda-me rápido: quando alguém canta uma música, que não é sua, durante o banho, está cometendo plágio, infringindo direitos de autor e, portanto, cometendo crime? Esse exemplo foi divulgado pelo Colégio de Bibliotecários do Chile em campanha para a revisão da Lei de Direitos Autorais(ver post aqui).

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  6. Ancona, creio que só podemos falar de plágio e seus congêneres quando há divulgação, ou seja, quando a questão tem ou pode ter acesso público. O cantarolar no chuveiro, ou num ambiente privativo qualquer, é uma ação que o indivíduo pratica para ele mesmo. A forma como o faz é algo de que não se tem conhecimento. Aliás, desde que não estejamos falando dos chuveiros do Big Brother, da Globo. Nesse caso, eu não sei responder.

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  7. Edvan,

    Concordo, em termos, com você, quanto à questão da divulgação. O ponto é que muitas vezes a privacidade pode ser juridicamente interpretada de diversos modos.

    Cantarolar no chuveiro, de modo privado, não é plágio, mas copiar um texto inteiro de alguém, colocar meu nome (como autor) e imprimir, só para meu uso, deixa de ser plágio? E se eu (eu não, alguém com boa voz) cantarolar na mesa do boteco? Do ponto de vista da elocubração argumentativa a questão pode não ter fim, principalmente se envolver direitos traduzíveis em dinheiro.

    Ao fazer minha declaração de imposto de renda este ano me deparei com uma novidade: tive de, eletronicamente, concordar com condições de uso do software do IRPF. O termo é no mesmo padrão de qualquer software que a gente baixa, diz que concorda e usa, ou diz que não concorda e não usa. Ok, ok, ok... eles estão certos, mas se eu não concordasse com os termos como vou iria minha declaração de renda, que sou obrigado por lei? Já pensou se a moda pega? Vai ter um monte de sonegador alegando que não declarou imposto por divergências conceituais quanto aos direitos de uso do software.

    Só para concluir, creio que podemos resumir a questão com uma expressão para lá de batida: "a César o que é de César" (ai meu Deus, será que tem alguém "proprietário" desta frase, ou dos direitos sobre sua divulgação, que vai me incriminar?), dentro do razoável e, sobretudo, no nosso caso, dentro da ética acadêmica.

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  8. Quando eu penso em ctrl c e ctrl v, penso nas dúvidas que a pesquisa constrói. Existem maneiras de se pesquisar, mas como ensinar os mais novos a entenderem essa prática? Talvez por preguiça ou por dificuldade a escola evite ir a fundo as normas rígidas da metodologia científica e até mesmo evite classifcar e esclarecer o que é plágio ou obra não referenciada. Antes a ABNT, por exemplo, me causava espanto quando me debruçava em pesquisas e finalmente em trabalhos científicos, já ouvi muitos dizerem que as metodologias atravacam o texto escrito, será? Tenho minhas dúvidas sobre a rigidez das normas e da lei, mas sinto que devemos valorizar a obra dos outros e a nossa sem que isso seja apenas uma realidade acadêmica, mas sim cultural e social.

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  9. Anna,

    Uma coisa são normas, feitas para serem, como você coloca, "rígidas". Outra coisa são diretrizes e outra são os métodos de pesquisa. Não existem, em minha opinião, "normas rígidas de metodologia científica". Há muita confusão entre metodologia de pesquisa, métodos de pesquisa e normas de referenciação (ABNT, entre outras).

    Um aspecto diverso que você menciona é a má-fé (às vezes travestida de ignorância), que fere princípios da ética. Por exemplo: um jovem pesquisador, que não conhecesse a ABNT, poderia citar alguma passagem de outrem e mencionar a autoria à sua maneira, sem seguir as normas, porém sem ser anti-ético.

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  10. Quanto á questão do plágio, tenho um pensamento que julgo como sendo bastante direto:
    O uso de idéias de outrem de maneira não referenciada, com objetivo de reconhecimento por tal, fere diretamente a ética a partir do momento que tira do próximo o direito de crédito por sua contribuição com o conhecimento.
    Tal atitude, já enfatizada pelos posts do blog, deve ser punida e retratada perante a sociedade.

    Porém, se a atitude de cópia/ alusão não precede um objetivo específico na construção de ideias, penso que o ato não se constitui em plágio.
    É como o caso do Chacrinha, de cantarolar no chuveiro, etc. Penso que posso ir a uma festa e rodeada de amigos tocar, cantar e parodiar musicas a noite inteira sem que haja apropriação indevida da autoria de qualquer artista.

    Confesso que no início da minha graduação, antes que a academia me ensinasse acerca de referências, citações e sua importância para o âmbito do conhecimento, as cópias e alusões sem referência eram comuns. Venho de uma escola em que uma mera cópia de internet, enciclopédias ou livros diversos constitui-se em pesquisa.

    Por isso, concordo com a Anna no sentido de que a conscientização acerca do tema deva ser inserida na sociedade desde o início de sua formação escolar, fazendo com que a valorização das ideias transcenda o ambiente acadêmico para se tornar uma realidade social e cultural.

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  11. Quando penso no papel da escola na formação a cerca da pratica do ctrl c e ctrl v, vejo que não existe a preocupação sincera em formar estudantes aptos a ingressar na metodologia de pesquisa científica, e um processo que acredita-se ser exclusivo da Academia,onde após formados e ao retornarem as salas de aulas,tornam a ingressar nesse ciclo vicioso.

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  12. Hérika,

    Não sei se concordo muito com a sua justificativa do "objetivo específico na construção de ideias". Até porque, como ninguém nasceu do éter, todas as nossas ideias foram sendo construídas com pedaços de outras ideias. A questão não deve ser o que você fará com os pedaços de ideias que está utilizando para construir a sua, mas se os pedaços que você está pegando têm "dono" e qual uso que esses "donos" permitem que você tenha.

    O seu exemplo da festa tem que ser relativizado. Você disse de "pensa" que não há problema, mas e se os autores acharem que há problema sim? De modo similar à sua festa eu construí este post: pegando coisas aqui e ali e construindo uma coisa nova coma as minhas próprias ideias. Eu também "penso" que não houve problema. Mas, e se os autores das imagens, que pus para ilustrar, e do vídeo final não concordarem com o uso que fiz deles?

    Minha resposta preventiva é simples e "penso" que vai "colar": se não quisessem que houvesse reapropriação que não colocassem na net, oras; até porque eu não copiei nada, apenas linkei às urls originais; se os "donos" acharem que essa divulgação é problemática é só deletar os arquivos que o meu post deixa de copiá-los...

    Ambos sabemos que a coisa não é tão simples assim e nem que o foco da discussão se resuma a um mero exercício de retórica.

    Quando você "pensa" que não há problemas, quando eu "penso" que também não há problemas (ou se os "donos" dos arquivos "pensarem" ao contrário)estamos operando no universo do "achismo".

    As normas e leis podem até melhor regular o "achismo", mas sempre haverá uma exceção; sempre haverá alguém que encontrará uma "brecha" legal.

    Como você e a Anna bem defenderam, o ponto nodal é a "consiência" (no sentido não valorativo, porém como um modo de pensar apenas) social, que, entre outras coisas, é historicamente construída.

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  13. Professor André,

    Peço desculpas por ter me expressado mal no trecho: "objetivo específico na construção de ideias". Compreendo que teria sido melhor entendido se redigido da seguinte forma: " precede o objetivo específico de construir e incrementar ideias".

    Quando em minha fala digo que penso, afirmo. Logo, não acho. E estou ciente de que isso não é uma certeza pura, visto que o meu pensar se encontra em constante transformação.

    Concordo plenamente com você quando diz que o que penso ser legítimo pode não ser para o autor. Automaticamente, entramos novamente na questão de respeito à ideias autorais, se o artista diz que a minha roda de amigos fere o seu direito sobre a obra, instantaneamente devo me policiar em relação a isso.

    Então, concordo que nas discussões em torno da existência ou não do plágio em dado momento, a opinião do real autor é de suma importância.

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  14. Considero a questão do plágio um problema sério que permeia o meio acadêmico, e por isso acho muito relevante o contra-ponto levantado de que durante a nossa formação escolar não somos incentivados a praticar uma pesquisa que não seja aquela baseada no ctrlc + ctrlv. Isso ao meu ver é um fator que futuramente cria aflição entre os estudantes universitários, pois ao ingressarem no universo acadêmico passam a ser cobrados em suas pesquisas, e a partir daí já não é mais aceitável o simples "copiar e colar". O vídeo noroeguês citado no texto é super criativo e divertido, e fontes como essa deveriam ser amplamente divulgadas entre os novos estudantes como forma de recriminar e educar os alunos contra o plágio.
    Agora, quando o pesquisador já se familiariza com as regras da Academia, acho que o plágio se torna um ato de má fé, preguiça ou até mesmo descuido, mas que sempre caírá numa qustão de ética e consciência como citaram as colegas nos outros posts.
    Dessa maneira, concordo com a punição daqueles que se apropriam das idéias alheias sem fornecer referências ou citações, já que, como o André bem falou, todas as nossas idéias são construídas a partir de pedaços de outras idéias, então nada mais justo do que dizer que "pedaços" são esses que tanto contribuiram para a formçao de suas próprias idéias.

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  15. Hérika,

    Quem pede desculpas sou eu. Longe de mim, please, de você ter que se policiar para expressar suas idéias, sobretudo neste blog, que se pretende como espaço mais do que aberto.

    Às vezes no afã de nossa argumentação esquecemos que o que tentamos dizer pode ter um sentido um pouco diferente quando lido mais literalmente por outrem. Faz parte do processo criativo e analítico e não há porque se desculpar.

    Não sei se ficou claro, mas aqui é para ser um espaço onde não tem essa de "certo" ou "errado". Entre o preto e o branco há milhares de outras cores; inclusive o Flicts :) Somos todos aprendizes tentando discutir um mesmo tema; com maior ou menor bagagem (algo que talvez me favoreça), porém também com maior ou menor inspiração e mente aberta (algo que costuma ser prerrogativa da juventude).

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  16. O momento da primeira pesquisa escolar na vida de uma criança é muito importante. Eu até me lembro o tema da minha: o sistema digestório humano. Ao terminar o dever, pensei que algo estava errado, pois havia sido fácil demais; eu simplesmente copiei todo o conteúdo de um site e tirei 10.
    Não houve nenhum tipo de instrução para a minha turma sobre os procedimentos de uma pesquisa, e assim todos cresceram cultivando a mentalidade da cópia, sem malícia alguma, mas levando vantagem à medida em que as notas eram sempre altas.

    As idéias de uma pessoa e a sua bagagem acadêmica são extremamente individuais, isto é, são méritos DELA. Roubar tais idéias ou apropriar-se delas é algo errado, e esse pensamento deveria ser ensinado às crianças desde a mais tenra idade. Isso forma caráter, isso ensina a pensar por si só, isso enriquece intelectualmente.

    Na minha opinião, as escolas têm o dever de ensinar sobre o plágio, pois aquele a quem é intrínseco a diferença entre o que é certo e o que é errado, o que é ética e o que é moral, não aceitará ser um copiador. A educação é responsável por estes valores.
    E não falo apenas da educação superior, e sim da infantil. É apenas ao ingressarmos em uma universidade que temos contato com esse "mundo" de citações, referências, inspiração, apropriação, cópia, plágio, etc.

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  17. Acho que a questão do copia e cola pode ser evitado se for bem ensinado nas escolas, desde pequenos, pois quando estamos na escola e um professor fala para fazermos pesquisas e resumos, o que fazemos é copiar de sites e enciclopédias, achar que está ótimo e tirar uma nota boa pelo simples ctrl c ctrl v. É necessário mostrar que é errado e ensinar da maneira correta, que pode ter conseqüências sérias, evitando assim muitos problemas na graduação, pois as pessoas entram sem saber muita coisa e fazem um ctrl c ctrl v até descobrirem que é plágio copiar a idéia dos outros sem citar.
    Não que isso justifique o plágio, mas evitaria alguns na minha opinião.

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  18. A frequência do ctrl c ctrl v tanto nas escolas como nas universidades,mostra o despreparo principalmente das escolas que ao não corrigem este erro por preguiça ou desleixo deixa para as universidades,todo o trabalho de ensinar aos alunos que plágio pode vir a ser mais do que uma nota baixa.

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  19. Concordo com aqueles que disseram que na escola não existe uma grande preocupação com combate à pratica do "copia e cola". Talvez se essa discussão fosse incetivada desde o início da vida acadêmia do indivíduo (pensando aqui a própria educação infantil), o plágio não seria o problema que é hoje. O desenvolvimento do individuo como pesquisador e produtor de um conhecimento a partir dessa pesquisa deve ser baseado na ética, e para isso é necessário que se tenha noção das maneiras de fazer referência a e citar idéias de outros para que não se praticque o plágio.
    O vídeo postado acima é um exemplo muito interessante de formas para discutir a questão do plágio, pois além de ser bastante didático é também divertido.

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  20. Bom, todos falaram um pouquinho de suas experiências, então eu também gostaria de compartilhar as minhas. Eu vim de uma escola que não aderiu livros na educação (era uma opção metodológica) e, por isso, os alunos tinham que buscar os conteúdos na internet. Lembro que nós fazíamos reproduções exaustivas desses conteúdos, sendo que aulas inteiras eram dedicadas ao laboratório de informática para a compilação deles. Aprendemos, de certo modo, a pesquisar, mas não aprendemos a referenciar os autores dos textos. Como consequência, tive dificuldades em me adequar ao padrão acadêmico para a elaboração de trabalhos (não que seja excelente nesse quesito, pelo contrário). Logo, concordo com os colegas que falta uma “conscientização” sobre plágio e direitos autorais no ensino básico. Quem sabe as próximas gerações de professores farão a sua parte nesse sentido, considerando que o enfoque dado a esses assuntos ainda é recente, embora a discussão não. No segundo semestre do curso de Museologia, me inscrevi na disciplina “Organização do Trabalho Intelectual”. Nela eu tive os primeiros contatos sobre ética e moral, sobre a ABNT e a produção de trabalhos acedêmicos etc. Foi uma experiência muito bacana, aprendi bastante. Depois de lembrar desses fatos, cheguei a conclusão que se esta “consciência” não está sendo introduzida na vida escolar, talvez a Universidade poderia cumprir esse papel. Não estou dizendo que ela não faça isso, mas ela poderia ser mais incisiva nessas questões, como incluir uma disciplina nesse sentido para todos os cursos. Eu percebo que isto está mais forte na FCI, mas deveria ser em todas as faculdades. Isso facilitaria a vida de muitos alunos, que muitas vezes só aprendem quando já cometeram plágio.

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  21. Concordo, e muito, com várias opiniões acima expressas sobre o mal-hábito adquirido na fase escolar.

    Concordo apenas em parte que a solução viria de disciplinas introdutórias, como a OTI citada pela Ashley, que, supostamente, remendaria à má formação inicial. Além de não se combater a causa do problema lá na educação básica o efeito paliativo é muito limitado, afinal, quantos "porcento" chegam à universidade e, desses, quantos teriam real capacidade para corrigir os desvios anteriores?

    A ação teria que ser mais abrangente: na formação dos professores, na confeção de materiais didáticos, no controle escolar etc. etc. O problema é que isso demandaria legisladores e gestores públicos com outra cultura política e social.

    Vejam só o que achei em uma revista espanhola, como parte do compromisso a ser aceito pelos autores de artigos:
    Toda la bibliografía que incluyo la cito en el texto. Y soy honesto con las citas: no incluyo referencias sólo porque son de amigos..
    Coisa de outro mundo (ou outra cultura), não é mesmo?

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  22. Isabela Sousa Curvo26 de abril de 2011 14:56

    Após a leitura do texto acima o que mais me intrigou foi pensar sobre as origens do plágio como ato praticado por estudantes desde o ensino fundamental. De fato, assim como muitos acima, também presenciei a mesma situação nas escolas em que frequentei. Posso dizer pela minha experiễncia que a idéia de "pesquisa" surgiu distorcida, na medida em que, na época, fui orientada que pesquisar seria apenas buscar informação e apresentá-la ao professor. Logo, não somente a busca na internet mas também em enciclopédias eram feitas sem a menor preocupação com citação de fontes. Outro problema que vejo com a questão do plágio é a má explicação, muitas vezes realizada por professores, sobre a paráfrase. Assim como citado acima com o exemplo de shakespeare muitas vezes quem usa o método da paráfrase esquece que "roubo" de idéia também é plágio e também deve ser recriminado. Assim como outros, creio que a melhor solução seja uma conscientização do aluno desde o ensino fundamental.

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  23. Tem uma discussão interessante sobre a questão da educação crítica ocorrendo nesse outro post.

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  24. acho o texto interessante e, além disso, de grande importância para todos que estão entrando na universidade, em um meio onde se produz conhecimento.
    é importante que se conscientize os estudantes sobre os reais desdobramentos do plágio, mesmo em tempos de adaptação e mudança das leis de direitos autorais. no entanto, quando o texto fala de ingenuidade, eu discordo, a maioria dos estudantes tem uma noção mínima do que seja plágio, no entanto, continuam fazendo embasados na falácia de que nunca serão descobertos (como mostrado no vídeo).
    por fim, acredito que um péssimo hábito desse tem que ser punido desde cedo, ainda nos níveis fundamental e médio, de forma que o aluno que copia e cola um texto na 8º série não se transforme no pesquisador ou profissional que rouba a propriedade intelectual, técnica, etc do outro.

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  25. Joana Bianchetti
    Museologia

    O plagiador nunca é perdoado por ter cometido tal ato, mas existe uma diferença entre um acadêmico experiente que comete plágio e um aluno que faz o mesmo. O aluno, desde o início de sua carreira escolar é orientado (por professores mal qualificados) a pesquisar sem colocar a fonte e citar o autor do documento. Não que isso seje uma desculpa, mas podemos perdoar esse erro contanto que este não seja cometido novamente. Mas quando um acadêmico, consciênte das consequências provocadas pelo plágio, comete esse erro perde sua credibilidade e é excluído de seu meio.
    O plágio é tão condenado que existem situações em que as pessoas têm medo de colocar suas ideias por pensar que podem estar repetindo a fala de outra.
    Eu, por exemplo, preferi ler os outros comentário só após minha postagem para me certificar de que não estarei plageando ninguém.
    O plágio é encarado com devida seriedade, pois quando cometido pode prejudicar seu verdadeiro autor materialmente e intelectualmente.
    O vídeo mostra de forma clara que com pequenas atitudes tornam o trabalho válido e correto.
    Colocar a referência, o autor, a fonte e aspas, são atitudes que devem ser ensinadas aos alunos e alunas no começo de suas vidas de pesquisa para que o tão indesejadpo plágio aconteça.

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  26. ...para que o tão indesejado plágio NÃÃÃÃO aconteça.

    Joana

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  27. Priscila Nóbrega27 de abril de 2011 22:12

    Concordo em parte com o comentário da Mariana, mas antes de pensar em punição, deve-se primeiro pensar em formas de conscientização, já que, como relatado em outros comentários, a criança, durante sua iniciação intelectual, aprende a ter a noção errada de pesquisa.
    Primeiro ensinar o que é errado para depois, se preciso, punir. Só assim não haverá a desculpa da ingenuidade.

    Não vou relatar minha experiência de ensino fundamental porque é a mesma que consta na maioria dos comentários acima, a de que pesquisa significava trazer informações frescas de nossas fontes, sem referenciá-las, só copiar e colar.
    Quando a professora era considerada mais "rígida" pedia um resumo do que achamos na internet "com nossas palavras", mas quando se entra na universidade, aprendemos na prática que mesmo nesse caso, o texto se torna não uma cópia propriamente dita, mas um pastiche, que também tem os mesmos danos éticos do plágio.
    Mesmo nesses casos, ou de cópia ou de pastiche, ganhávamos notas altas. Alguns alunos nem sequer liam o que haviam entregado como pesquisa.

    A questão é que os danos do plágio seriam levados muito mais a sério, se não fossem abordados apenas no ensino superior, além do que, como André Ancona comentou, ainda é pouca a percentagem dos que entram em universidades. Já a informação é acessível à grande maioria. Sem a conscientização geral dos danos do plágio, o controle da informação se torna algo quase impossível.
    Na minha opinião, um assunto fundamental, básico para a formação crítica do indivíduo, deveria ser abordado ainda no ensino fundamental.

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  28. Também acredito que a conscientização seja um caminho a seguir. Mas, como outros já registraram aqui ela não acontece de uma hora para outra. É preciso que ela seja plantada cedo na vida estudantil com ensinamentos e professores bem preparados. Isto é, ir contra ao “condicionamento” ao qual estamos acostumados a fazer “pesquisas escolares”. Mostrar ao aluno de ensino médio e fundamental o que é, e, quais são sérios desdobramentos sobre a prática do plágio. Penso também, que tudo começa em casa onde as primeiras idéias sobre respeito, educação e bons valores são iniciados.
    No ambiente acadêmico o cenário é diferente. Presume-se que o universitário seja maduro e que saiba, minimamente, que não pode tomar indiscriminadamente as mesmas idéias e formatos de exposição de outros autores. Aquele que não souber referenciar suas fontes, logo sentirá o peso da cobrança. É importante que as instituições acadêmicas promovam esse debate e apontem para a existência de implicações punitivas, sanções disciplinares ou educativas, que podem ser usadas contra o plagiador. Como nos mostra o vídeo, existem dois caminhos, qual escolher?

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  29. O texto mostra vários argumentos de como fazer textos sem infringir os direitos autorais e a imagem reforça a ideia de não copiar algo sem citações de autoria.
    Realmente nas escolas, tanto públicas quanto particulares ninguém ensina que não se pode copiar e falar que o trabalho é seu. Eu mesma nas pesquisas escolares copiava, dava a minha opnião e no final colocava a bibliografia apenas do site que foi retirado e não de todas as partes que foram retiradas; e o professor nem cobrava nada, apenas dava a nota.
    No Brasil é difícil que alguém tenha consciência de ensinar isso nas escolas, normalmente os professores e a diretoria não se preocupam e sim com apenas o desenrolar da matéria no prazo previsto.
    Quando se chega a uma parte mais avançada (numa faculdade) é que você percebe que o que fez durante a vida inteira era errado e que poderia ser até considerado como plágio, ai sim você descobre que se fizer isso seu nome estará "sujo" e que você possui algo que não te pertence.
    Por fim, considero que se você aprender desde cedo a não se apropriar de algo que não é seu (também na escrita) irá existir menos pessoas que plagiarão trabalhos, livros, pesquisas e etc.

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  30. Obs: consertar a palavra "irá" por irão na penúltima linha.

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  31. Essa questão de plágio é muito séria pois é como um vicío para os estudantes pois somos encinados desde pequenos dessa forma, de pesquisar algo e levar para mostrar á professora e são poucos que realmente leem as pesquisas feitas quando mais novos. Eu acho que deveria existir uma punição mais severa ao plágio, algo como uma multa ou quem sabe julgamento, e não apenas cair na desgraça academica.

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  32. Tiago Vieira
    Museologia

    Creio que grande parte das pessoas enxergam o plagio como uma ofensa pessoal , uma violacao etica e moral ao autor de uma obra qualquer. O rompimento desta ligacao quase que impenetravel entre a obra e o autor deveria ser fiscalizado com mais rigor por parte das universidades e instituicoes de ensino superior,buscando maior preparo e independencia por parte dos estudantes.
    Como foi dito anteriormente , existe uma enorme diferenca entre um estudante que comente um plagio acidentalmente por estar aprendendo a escrever com suas proprias palavras e um academico que sabe da gravidade de suas acoes e das consequencias eticas e morais de seus atos.
    O video ilustra de forma divertida a questao do plagio , e o que mais me chamou atencao foi o fato do aluno em questao ter esperado ate a ultima hora , para cumprir seus deveres. Isto o impossibilitou de fazer uma analise mais aprofundada sobre o assunto , que deveria ter sido pesquisado com antecedencia; e consequentemente esta decisao impossibilitou a realizacao de um trabalho autoral e unico por parte do aluno .

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  33. Meiriluce Santos
    Museologia

    Além do plágio, outro problema que deveria ser severamente discutido nos meios acadêmicos são as monografias e teses de mestrado comprados por alunos. Embora a fraude seja tipificada como crime de estelionato e falsidade ideológica,de acordo com o Código Penal Brasileiro, ainda tem sido uma prática, infelizmente, corriqueira, tanto em faculdades particulares como federais ("O golpe das monografias", Correio Braziliense, 28/03/2007, disponível em http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2007/03/28/425162/golpe-das-monografias.html )
    O problema é grave. Além de faltar com a ética, as universidades acabam aprovando profissionais sem qualificação para o mercado de trabalho. Outro agravante também destacado pelas instituições é que os textos são arquivados em suas bibliotecas e servem como referência de pesquisa para outros estudantes e como documentos históricos da Universidade.
    Universidades e professores vêm tentando coibir essa prática, nem sempre é possível. O serviço é descaradamente oferecido na internet, em faixas espalhadas pelas ruas e por telefone.
    Então, é imprescindível que o aluno seja orientado para o fato de que, além da prática ser ilegal, imoral, é antiética, estará prejudicando não só sua vida acadêmica, mas a de seus colegas também.

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  34. Mônica de Souza
    Museologia


    O estilo de trabalho requerido nas escolas desde o ensino fundamental é embasado por pesquisas extensas e sem discernimento crítico sobre o tema que foi abordado. Esses hábitos vão sendo mantidos até o Ensino Médio e ao ingressar no espaço universitário o aluno sente dificuldade em expor seu senso crítico e suas ideias de maneira lúcida.Portanto,o plágio já é incentivado desde o início da vida escolar,mesmo que não se saiba disso, então é preciso mudar a metodologia aplicada para que o indivíduo possa ter consciência da importância de reconhecer o trabalho dos outros acadêmicos e incentivar a produção e o amadurecimento das próprias ideias. Outro aspecto relevante do plágio que é denotado no vídeo é a mácula que permanecerá no caráter e na índole da pessoa que faz uso desse artifício , afinal é preferível citar a fonte e preservar o autor da ideia do que ser marcado porque não utilizou "aspas". Por isso, o plágio deve ser extinguido em sua raiz acadêmica : nas pesquisas sem uso da metodologia científica desde o início da vida escolar. E as escolas devem investir em indivíduos que pensam não só que reproduzem.

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  35. Bárbara Lorena
    Museologia

    Tomar o trabalho de pessoas renomadas como referência é digno,pois além de mostrar que houve pesquisa também representa que o estudante sabe relacionar suas ideias com as de outros autores, entrando assim na questão de interpretação. O maior problema é a utilização do plágio,a apropriação da obra de um profissional não é crime porém é uma questão de ausência de ética e moral. A sociedade em geral não percebe a gravidade de tal ato,por isso há poucas ações para o fim dessa prática. A FCI, agiu com bastante bom senso ao deixar bem claro que o 'plagiador' estará sujeito ao desligamento,esse já é um bom começo para a mudança desse costume acadêmico e escolar do plágio.

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  36. Juliana Romão
    Museologia

    O texto é bem explicativo sobre plágio e o que pode ocorrer caso alguém seja indentificado como plagiador.
    Além de dar as diferenças entre direito autoral e direito comercial, citar a mal formação dos alunos nas escolas sobre este assunto, colocar um link de um exemplo de descoberta de plágio e ainda do que fala sobre as normas da ABNT.
    Com um video e uma charge descontraídos o autos consegue discorrer sobre o assunto de forma que todos possam entênde-lo.
    Um bom texto com um conteúdo válido e importante.

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  37. Andre Philipe
    Como pude observar neste texto (Postado por André Porto Ancona Lopez) e em outros, o plagio na verdade está dividido em 2 categorias:
    a dos aspirantes a escritores, alunos e outros que de certa forma possuem uma ingenuidade e uma inexperiência, que os levam a não colocar suas referencias e usar o ctrl+c e o ctrl+v;
    E os plagiadores conscientes, ou seja, sabem o que estão fazendo.
    Assim cabe aos detentores do conhecimento alertar a primeira categoria sobre o plagio.
    O que me chama a atenção é a resolução encontrado pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da UnB, para este problema.

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  38. Maria Aparecida Nunes Rezende28 de abril de 2011 11:27

    O grande problema é: como controlar a possibilidade de plágio, diante da grande inflação de informação, não só na internet, mas daqueles artigos e livros que não estão na rede. Um tremendo trabalho de educação é necessário para que isso não aconteça com tanta frequência.

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  39. Andressa de Araújo
    Museologia

    O texto fala sobre a facilidade do plagio no mundo atual, porém devemos lembrar que mesmo com o alto avanço tecnológico nos últimos anos o plagio nunca foi uma novidade. Tal atitude tem origem milenar, em que textos eram copiados e reproduzidos sem uma devida preocupação com os direitos autorais do autor.
    Porém, temos uma quantidade absurda de informação em que as fontes nem sempre tem sua real veracidade, logo a ideia de originalidade e copia vem se unificando. Principalmente para iniciantes da vida acadêmica que não tiveram uma preparação de pesquisa cientifica adequada, como é possível observar nas escolas hoje, em que um simples recorte e cole é considerado satisfatório.
    Mas não podemos colocar toda culpa no sistema educacional, o aluno também tem que ter uma iniciativa e curiosidade de saber se o que ele está reproduzindo é realmente certo e quem falou sobre aquilo. Mas é claro que professores e pais tem que instigar esse espírito filosófico de refutar.
    Nada disso justifica plagiadores profissionais que dedicam suas vidas a copiar, a roubar a identidade, de outros autores. Algo que é injustificável e merece punições severas e uma eterna vergonha acadêmica.
    E o vídeo é uma sátira, muito divertida, de como o plagio é praticado no mundo acadêmico e as consequências que ele acarreta.

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  40. O texto é bem claro e didático. Achei bem legal por parte da professora nos apresentar, logo no início do curso, textos sobre plágio, já que teremos um longo caminho produzindo textos com base em outros textos, tomando o cuidado de não simplesmente copiá-los.

    O vídeo apresentado ao final foi bem esclarecedor e bem atual. Serve para fixar a mensagem da importância de não fazer um plágio.

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  41. Catarina Boechat
    Museologia

    O texto aborda a questão do incentivo a pesquisa nas escolas, que é baseada em quantidade e não qualidade, gerando um estimulo a cópia em vez de mais estudo e pesquisa.
    A questão da tecnologia é interessante, pois ao mesmo tempo em que a mesma oferece aos plágiadores alguma facilidade em copiar pesquisas, combate por meio de recursos tecnológicos o plágio, podendo procurar informações em um grande banco de dados. O que facilita o combate a cópia.

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  42. Priscila Pereira Machado
    Museologia

    Adorei o vídeo, ilustra de forma concisa e divertida o problema do plagio nas universidades que tem suas raízes na formação básica. Pesquisadores inexperientes tendem a acreditar que se citarem outros autores no seu trabalho estarão diminuindo o mérito do mesmo e passando a impressão de que não podem pensar por si só, sem entender que o que acontece é justamente o contrário. Ao citar autores de referencia na área da pesquisa a ser realizada o aluno esta demonstrando que leu sobre o assunto e conhece as referencias bibliográficas da área em que esta redigindo o trabalho.

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  43. Rejane Oliveira Gomes
    Museologia

    Esse tipo de reflexão é muito importante já no ingresso no espaço universitário, pois o fato de praticar - ou não - a cópia indiscriminada já reflete o tipo de pessoa e profissional que se é, e que se quer tornar. Quem comete plágio demonstra que não tem capacidade de produzir algo original. Além disso, esse tipo de atitude só vem a empobrecer o meio acadêmico; primeiro porque se perde em quantidade e qualidade em novas pesquisas e segundo por que investimentos são perdidos sem a devida contribuição.
    Para tentar combater o plágio seria preciso a elaboração de um trabalho sistemático, tanto na mudança de leis, quanto nos currículos e práticas escolares, fazendo campanhas educativas, oficinas de trabalhos acadêmicos, incentivo a pesquisa correta (incluindo referencias) e ensino das regras da regras da ABNT o quanto antes nas escolas. Como também, não “deixar passar” nos níveis fundamentais e médio esse tipo de prática - pois acredito que isto faça com que o plágio chegue a níveis mais altos do ensino – depois de ensinado o que plagio, deve haver a devida cobrança e depois a adesão de sanções como: decréscimo de nota e a reelaboração do trabalho ou outras mais rígidas.
    Lembro-me que o lema da recepção aos calouros deste ano foi “INSPIRI-SE” e não “COPIE”, ou seja, deixe se influenciar como processo de motivação para produções próprias sempre dando o devido crédito para aqueles em quem você se inspirou.
    Nesse âmbito, penso que quem escolhe não fazer por esforço próprio seus trabalhos acadêmicos ou faz cópias, antes de enganar os demais e ferir os direitos autorais de outro com o intuito de se beneficiar, perde a grande oportunidade de ser autor, de ter orgulho sem sentir culpa pelo que fez, exercitar sua ética e honestidade. Logo, quem plagia assina um atestado de incompetência moral, ética e acadêmica.

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  44. Acho que a propaganda contra o plágio não deve ser ensinada só nas escolas, dentro da própria internet e na televisão isso é uma prática comum, essa é uma questão cultural, então não devemos permitir o plágio em âmbito algum para que assim, conseqüentemente, ele seja evitado no meio acadêmico.
    Suellen Carvalho

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  45. Natascha Borges
    Museologia
    Os textos e as informações pesquisadas devem servir de base para as nossas próprias ideias. Isso é construído ainda nas escolas com a motivação dos professores para o pensamento crítico a respeito dos assuntos discutidos. A facilidade oferecida pela internet ajudou a disseminação do plágio, já que é difícil reconhecer a verdadeira origem da informação, e, por isso, a discussão sobre o assunto é tão importante. Mas da mesma forma que ficou mais fácil o acesso à informação para quem escreve também é mais fácil para quem lê e avalia o texto. É o barato que custa caro, utilizando uma famosa frase de ditado popular, e que deve ser punido de forma mais dura, para que seja entendida a gravidade que essa ação traz. É uma questão básica de falta de ética que infelizmente algumas pessoas ainda comentem por desconhecimento ou até mesmo má-fé.

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  46. Bruna Baldez

    Apesar da prática do plágio ser 'ensinada' desde a educação básica para os estudantes, isso não pode ser considero uma desculpa para que acadêmicos o façam. Estamos nos referindo ao meio acadêmico, e apesar de não ter uma disciplina obrigatória em todos os cursos superiores voltada para essa questão, acredito que nenhum graduado sai totalmente leigo a esse respeito!
    Não acredito que apenas a orientação seja o bastante para que o plágio se esgote (apesar, é claro, de concordar com essa medida), afinal de contas, se apropriar de algo que não é seu, não diz respeito só a metodologia científica, é mais uma questão de caráter e ética.

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  47. Este comentário foi removido pelo autor.

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  48. Allice F. Lopes Museologia

    Plágio infelizmente não está causando reviravoltas apenas nas Universidades, postei em um blog por 3 anos e sempre citava fontes, porém em vários momentos via meus posts em outros blogs e outras páginas reclamando sobre plágio. Uma das soluções é esse site http://www.creativecommons.org.br/ que é indicado em vários blogs vítimas de plágio, um deles foi um que apaguei depois de ver vários relatos vindos de suor, tempo e até nutrição sendo copiados e colados descaradamente mesmo após advertência.
    O assunto do post está em voga na internet há um tempo razoável, ao menos no mundo dos blogs.
    Vejo um espectro considerável: o aluno pensa em alguns casos que o professor não saberá identificar a cópia, que ninguém vai ficar sabendo ou o próprio plagiador nem sabe que isso é errado e as conseqüências desastrosas da reprodução indevida. A meu ver o problema maior é o das imagens sem citar fontes e por pura inocência, alguns não creditam imagens por achar que o texto é importante, que custa suor e estudo, ora, as imagens também não custam nada?
    Outros se revoltam ao saber que precisam citar fontes, que coisa injusta dar o crédito a quem tanto trabalhou para escrever umas páginas. Não sei até que ponto pode responsabilizar a escola, independente do ensino secundário isso devia ser pauta obrigatória a qualquer debutante na universidade. Justamente pra que não haja enganos. Copiamos tudo o tempo inteiro, se torna tão automático que pode ser feito sem sentir.
    http://amorasapatilha.blogspot.com/2011/01/o-bale-o-plagio-e-lei.html parte da onde de ira da época dos incidentes pode ser lida nesse post. Custa postar um link, um nome, uma data?

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  49. Anna Rachel
    Museologia

    Plágiar é o mesmo que se calar,trancar seus pensamentos e idéias. Quem comete plágio se omite!

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  50. Priscila M. Almeida
    Museologia

    Essa questão do plágio é bem antiga. Eu já tive um trabalho acadêmico desconsiderado por completo porque eu esqueci de colocar as aspas em 1 citação, que fez com que eu me identificasse com o texto da Debora Diniz quando ela aborda sobre esse assunto e sobre as normas de citações impostas. Isso foi no meu primeiro semestre de Museologia na UnB na matéria de Introdução ao Estudo da História. Mas me serviu de lição e me deixou mais atenta.
    Sou contra o plágio, lógico. Acho que um trabalho não pode ser feito simplesmente com cópias ou pastiches de outros autores e de citações feitas pelo outro inferindo-se ser sua. O cuidado deve ser máximo, pois, entendo também que, muitas vezes, quem tá escrevendo cometa o plágio sem perceber ou sem querer. Como o exemplo que está nesse blog "to be or not to be, that is the question", frase de Shakespeare que muita gente usa sem saber que é dele, logo, acaba não colocando os devidos e merecidos créditos ao poeta inglês.
    Mas tem o outro lado da coisa: aqueles que praticam o plágio em sã consciência. Para estes eu vejo realmente necessário uma punição e concordo com a Debora Diniz quando diz que "o destino do plageador é o manto da vergonha" em seu artigo proposto para esse debate: Cópia e pastiche: plágio na comunicação científica. Afinal, o plágio também é crime.
    Creio que ensinar os alunos das escolas desde pequenos ajudaria a diminuir tal ato e evitaria desconfortos que o plágio causa. Muitas escolas realmente não ligam para o trabalho acadêmico do aluno e aceitam o Crtl+c e Crtl+v. O aluno então acaba ficando confortável demais com isso. O que ele não sabe é o quanto pode ser prejudicado depois. Na escola do meu irmão os professores exigem que coloque bibliografia, citações da forma correta e aceitam um trabalho todo parafraseado, mas jamais o simples copiar e colar.

    Uma consideração final: achei o video desse post super explicativo.

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  51. Poliana Rocha.
    Museologia

    Concordo com as afirmações, que o "plagio" é um ato que não é advertido no ensino básico e até mesmo incentivado pelo professor. Porém existe também muitos professores universitários que se prestam a incentivar esse tipo de atitude, e isso afirmo, porque já presenciei a acomodação de professores a realizarem trabalhos "copia". Concordo plenamente que o plagio deve ser compreendido como crime, porque você utiliza de uma ideia que não é sua, afirmando assim ser.
    Eu gosto de desenvolver meus textos, e em alguns assuntos não gosto de usar citação, não concordo que para meu trabalho ser considerado bom, eu tenha que citar ou está usando de base algum autor.
    Alguns meses atras, minha tia estava realizando seu trabalho de conclusão de curso, e tudo exatamente tudo era questionado por seu orientador, compreendo que há uma preocupação com o plágio, porém não concordo com trabalhos que você não possa desenvolver "seu" argumento, você tem sempre que esta baseado em um autor.

    Eu também tenho idéias, e não é só porque tenho uma linha de pensamento parecida com a de um autor, que "devo" cita-lo. Eu considero esse inicio no meio acadêmico, como um "copie bonitinho"

    Por isso acho, que gosto da Museologia, como ainda ela está crescendo no Brasil, vou ter a oportunidade (acho eu), de crescer nas minhas idéias, claro que usando citação.
    Se eu não poder dizer o penso e discordo em minha Monografia, faço uma pra me, e outra "politicamente correta" para apresentar a faculdade.

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  52. Plágio é um tema que deveria ser comumente abordado dentre todos os estudantes visto que estes logo começaram a desenvolver seus próprios textos. Durante a educação básica e ensino médio é importante que haja algum tipo de cobrança neste sentido para que possa continuar durante a graduação, mestrado, doutorado e etc. Enquanto estudantes, é necessário que toda idéia seja teoricamente embasada por autores da área em questão e que a referência conste no documento. Para tal tarefa existe a NbR 6023 que orienta e auxilia. Desta maneira o material elaborado terá mais confiabilidade.

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  53. Sarah F. Ramos
    Museologia

    O Vídeo é bem legal e muito objetivo.
    Abordando esse temido assunto ''Plágio’’, recordei de uma das primeiras aulas na faculdade quando o professor Marcelo Balaban perguntou: Quem sabe o que é plágio? Poucas pessoas levantaram a mão. Eu fui uma das que não sabia o que significava. Apenas lembrei como uma palavra distante.
    Com o decorrer dos semestres fui descobrindo o quanto esse tema era importante, e uma dúvida foi ficando cada vez maior na minha cabeça. Por que os professores não abordam esse tema, indispensável, no ensino básico?
    Totalmente ao contrário, eles incentivam a cópia completa dos trabalhos, sem bibliografia ou referência.
    Depois do meu primeiro trabalho acadêmico de IEH, cheguei a constatação que pensar, ter argumentos válidos e por as ideias no papel é mais difícil do que parece. rs

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  54. Raniel Fernandes.
    Roubo em qualquer ocasião é crime. O roubo de ideias,logicamente, também o é. O problema está em como saber se o indivíduo está plagiando, precisa-se de uma "arma secreta" para descobri-los.
    Não obstante, até que ponto uma temática pode ser desenvolvida, escrita e reescrita sem o saturamento das ideias sobre o tema? Há novidade? É possível escrever uma tese sem citação?

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  55. A principio, ao relacionar a prática do plágio estritamente ao plágio comercial (a crise dos direitos autorais), é relativamente fácil lidar com o assunto, pois existem normativos legais para isso. No entanto, como André Porto bem comentou, existem diversos tipos de plágio, onde as questões se tornam dúbias, sem respostas concretas, como muitos exemplos já citados. A questão se torna complicada, pois está intimamente ligada à intenção do indivíduo, e quanto a isso não se pode ter uma palavra final, afinal quem realmente saberá e poderá responder por isso senão a própria pessoa?

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  56. Como muitos dos comentários acima em que se fala do incentivo a cópia nos anos escolares, o que dificulta o aluno que chega ao ensino superior no desenvolvimento de trabalhos acadêmicos.
    Tenha dificuldade tanto na utilização das propostas de outros autores com o desenvolvimento de suas ideias em trabalhos acadêmicos como na adaptação do mesmo com as normas.
    Mas além dos limites da academia até onde o plágio se configuraria? Como a Hérika aponta em um de seus comentários sobre o chacrinha e cantar no chuveiro que não se configurariam como tal. Ou até mesmo como a Alice diz quando aborta a cópia de posts sem o devido reconhecimento da autoria.
    Marcela Villa Real

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  57. Depois da rede mundial, a questão de plágio ficou mais latente e as discussões têm sido mais aprofundadas. Sejam cópias de trabalhos acadêmicos, poemas e até piadas, a originalidade e autoria dos textos publicados são colocadas em dúvida, devido à grande facilidade da cópia de uma criação intelectual, principalmente com a expansão da internet. Nesse sentido, o plágio deve ser repreendido, principalmente quando o ato é cometido por pesquisadores científicos que teriam o dever de acrescentar novas ideias e estudos à academia e não copiá-las para ganho de título.
    Raquel Ribeiro
    Introdução à Museologia

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  58. Adorei a charge hahahah
    Nunca tive problemas com o plágio antes do meu primeiro semestre na UnB, como bem tem Priscila a mesma experiência. Fazia meus trabalhos e colava a bibliografia, e quando cheguei a Universidade não tive uma aula de como fazer trabalhos acadêmicos, ainda os acho difíceis, muita burocracia, escrever difícil etc. Nada é melhor do que expressar suas idéias sobre o tema a ser trabalhado com livre e espontânea vontade. E creio que está cada dia mais fácil plagiar e ser pego plagiando, no tanto que a internet "ajuda" ela também "atrapalha".

    Aline Macedo
    Museologia - MC2

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  59. O plágio tem sido muito comentado e discutido nesses últimos tempos, grande parte em decorrência da enorme disponibilidade de informações e da facilidade em acessá-las. No que diz respeito ao assunto abordado no texto, que é sobre plágio na redação científica, percebo que acontece muito, principalmente se pensarmos bem sobre a frase de Wilson Mizner, que diz: “Quando se rouba de um autor, chama-se plágio; quando se rouba de muitos, chama-se pesquisa”.

    Plágio é cópia, imitação da obra de alguém, seja ela de qualquer tipo. Palavras, gestos, sons, piadas, textos, ditados, receitas, ideias, e tudo mais que se possa imaginar, é, foi e sempre será copiado. Portanto, o plágio está presente na vida de todos nós, mais do que imaginamos. Quem nunca copiou alguma coisa que atire a primeira pedra.

    Daniel Frazão Póvoas
    Museologia

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  60. Lendo os comentários, percebe-se um ponto comum: o convívio com o plágio e o famoso ctrl+c e ctrl+v é comum durante o ensino fundamental e médio, sendo assim, a universidade aparece também com a função de tornar o trabalho do aluno "original", no sentido de não ser apenas uma compilação de idéias de terceiros (como costuma a ser durante o ensino fundamental e médio). A partir do momento em que algum assunto é pesquisado mais a fundo, cada um encontra sua visão particular sobre o assunto e naturalmente a expressa. Citar algum autor com que se baseia as idéias acaba se tornando só um acréscimo. Se existe a liberdade de citar e deixar claro que se baseia na idéia de outrem, difícil não julgar como má intenção plagiar uma idéia ou um trabalho acadêmico. Roberta Arcoverde Garcia - Museologia

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  61. Laura Brasil de Araújo19 de setembro de 2011 21:11

    Muito interessante a abordagem sobre plágio, no entanto, acho que é um assunto pouco abordado na faculdade. Um dos problemas é que esse assunto devia ser trabalhado desde a formação básica, porque o que parece é que as sanções somente são aplicadas no meio acadêmico. Além do mais, muitos calouros entram com sérias dificuldades para formularem trabalhos acadêmicos e, geralmente, não existe um direcionamento para ensinar aos novos alunos sobre os métodos exigidos no nível superior, levando muitos a alternativa mais fácil que é a prática do copiar e colar.

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  62. Muitos alunos chegam a universidade sem ao menos ter uma boa escrita.Se ao invés dos professores do ensino básico incentivassem os alunos a copiar e colar, os professores obrigassem os alunos a treinar a escrita. Para que o aluno ao menos saiba colocar no papel seu conhecimento, suas idéias sobre qualquer que seja o assunto do trabalho, os alunos chegariam a universidade com uma base e seria mais fácil aprender e entender a construção de um texto acadêmico.
    Gabriela Mól
    Museologia

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  63. Com tanto acesso à informação como hoje em dia, está cada vez mais complicado de ser legítimo, de tornar inédito. No campo Acadêmico isso é moda, pois todos querem se formar, ganhar seu diploma, ligar para o padrinho para conseguir uma vaga importante naquela grande instituição e ganhar altos salários sem o menor esforço. Há aqueles que ainda mais, pagam para que outros façam seu trabalho de conclusão de curso, e depois de pronto chega e somente assina o documento, afirmando com veemência de que é de sua própria autoria.
    É de causar vergonha. Imagine ler um artigo que inocentemente se tem a intenção de aprimorar seus conhecimentos e constatar que aquele documento tem a sensação de dejavù. É humilhante. Além do desrespeito ao autor, há o desrespeito ao leitor, e pior ainda, o desrespeito a si mesmo, pois é preciso muito sangue frio para guardar isso na consciência.


    Iara S. Santos
    Museologia UnB

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  64. Não só na escola, mas na própria sociedade, se as pessoas tivessem uma forte postura quanto ao plágio, acredito que não haveria necessidade de processos e forte controle quanto aos textos acadêmicas. Atualmente, devido a facilidade do acesso a informação, muitos apropriaram este ato lamentável em sua cultura. Pelas vezes que presenciei casos de plágios na escola, o aluno fazia um Ctrl C + Ctrl V simplesmente por pura preguiça e para dizer que fez o trabalho.

    Com conscientização é possível sim diminuir o número de plágios, mas não enxergo a extinção total dela, pois acredito que haverá sempre aquela pessoa “não criativa” que carregará esse sentimento.

    Mateus Mascarenhas Melis
    Museologia e Comunicação 2

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  65. Acredito que muitas vezes o ato de plagiar vem da falta de mais conhecimento sobre o assunto e sendo assim muitos praticam esse ato sem ao menos se dar conta de estar plagiando.
    Jaqueline J Martins
    Introdução à Museologia

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  66. durante o ensino médio muitos alunos são seduzidos pela facilidade de se copiar e utilizar o conteúdo encontrado na internet em trabalhos e pesquisas passadas pelos professores. isso cria uma tradição (que já está se tornando um traço cultural) de deixar as responsabilidades estudantis para a ultima hora e lançar mão desda "comodidade" encontrada na internet para realizar os trabalhos. isso por sí só já é uma questão grave, pois apesar de não se tratar de textos acadêmicos já se caracteriza como cópia ou plágio. o problema se torna ainda mais grave quando alunos com essa mentalidade praticam esse tipo de cópia na universidade, local onde os mesmos devem aprender a construir seu conhecimento e buscar ao máximo se dedicar para aprender sobre o que está sendo ensinado. se um aluno tenta se safar dos estudos e dedicação acadêmica através de plágio de outros textos que postura pode ser esperada desde aluno quando (ou a pergunta deveria ser "se um dia...") ele se tornar um profissional?

    Lucas da Silva Furtado
    Museologia - Introdução a Museologia UnB

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  67. Edson Ferreira Venancio Coelho da Silva
    Introdução a Museologia

    Ter o máximo de sucesso com o mínimo de esforço pode ser um dos motivos que levam ao plágio. Mas o problema da educação escolar se estende da falha das disciplinas básicas para a falta de educação ética. Afinal, em muitas escolas ensina-se ou não discorda do aluno que copia. Na universidade há uma cobrança muito maior e é ali que é aprendido aos poucos a ter consciência sobre plágio, direitos autorais etc.

    Por ser um assunto sério e cada vez mais em ascensão - dado a facilidade de obter e produzir informação - a questão do plágio ganha proporções complexas, como as expostas no texto e comentário (colocar uma imagem no blog, cantarolar no chuveiro, usar uma frase mundialmente conhecida e popular só por força de expressão etc).

    E além das consequências administrativas e judiciais, há aquela que é tão grave quanto: a pouca e ruim produtibilidade. Que - novamente o problema do sistema educacional - se alastra desde o ensino básico e, por vezes, é difícil de corrigir na universidade (local que não deveria perder tempo corrigindo isso).

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  68. Acredito que falta de informação e a inexperiência são os principais fatores que levam ao plágio. Muitos alunos chegam à universidade sem saber referenciar textos, por isso algum tipo de instrução deveria ser dada a alunos de todos os cursos assim que chegam ao ensino superior.
    Vinicius Carvalho Pereira
    Museologia e Comunicação 2

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  70. No período escolar, somos inseridos no mundo da pesquisa por meio da cópia, mesmo antes da disseminação do uso da internet para esses fins. Me lembro de no ensino fundamental ficar horas procurando informações em livros didáticos e enciclopédias, para transcrever seus conteúdos no que eu chamava de "trabalho" na época. A meu ver, isso não era um problema, apenas um primeiro contato.

    As coisas começam a se complicar no ensino médio, quando as pesquisas são mais intensas e necessitam de um olhar mais crítico. Achar o que se procura e simplesmente fazer uma cópia já não é suficiente. Sei que esta realidade não é a dominante entre os colegas que já comentaram anteriormente, mas no meu colégio os professores incentivavam a busca de várias fontes e seus respectivos registros em, pelo menos, uma bibliografia. Sem cobrar normas nem nada muito rígido, apenas uma indicação de onde nos baseamos para produzir aquele documento. Esse tipo de postura auxilia na conscientização de que é errado pegar uma ideia e simplesmente reproduzí-la, mesmo sem ensinar a forma que posteriormente seria cobrada na Academia.

    Identificar um plágio é possível, mas julgá-lo pode ser muito complicado. Como dizer se uma cópia foi feita de má fé ou se foi apenas apenas um descuido do pesquisador em questão? Por questões como essa penso que criminalizar e punir severamente um plagiador não seja a melhor forma de lidar com esse problema. Concordo com o procedimento que é seguido, de retirar aquilo que foi copiado de circulação, de repente reaver determinado título, divulgar a infração ética. Dessa forma o plagiador certamente será punido indiretamente, tendo sua credibilidade contestada a partir desse momento. O melhor a fazer é disseminar a forma correta de utilizar a produção de outra pessoa, alertando dos riscos que se corre ao realizar uma cópia e criando uma cosciência ética que se consolide no meio acadêmico, para que o "não-copiar" se torne a prática usual padrão.

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  71. As pessoas que estão no ambiente acadêmico possuem um papel importante
    perante a crescente quantidade de informação acadêmica.
    Qual seria a diferença do conhecido que fala pra você fazer CRTL+C CTRL+V e o que
    explica que isso não é algo interessante a ser feito?
    O modo de pensar da sociedade brasileira ajuda "bastante" na forma que as pessoas olham e se interessam pelo
    ambiente acadêmico.

    No meu ponto de vista vejo um material acadêmico, artigo, etc, que possua informações sem valor
    tanto prejudicial quanto um que tenha material plagiado. Isto porque o plagiador sempre estará inserido
    no ambiente acadêmico, (como um batedor de carteira). Mas importante focar também em problemas semelhantes ao plagio, como os produtos acadêmicos sem valor ou que de forma "infeliz" as vezes desconstroem a linha de pensamento de um autor.
    Ai entra a diferença de plágio e paródia, que é algo relacionado mas sem intenção de roubo.

    O novo ambiente acadêmico precisa ser visto, revisado, comentado e questionado pelo pofessor
    e pelos próprios alunos e interlocutores proximos aos produtores do material acadêmico,
    influindo de forma positiva a apoiar que aquele material seja feita pra uma finalidade boa e não para
    um pagamento de obrigação perante a academia.

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  72. A propósito do texto "Citar e referenciar para não cometer plágio" constata-se que consiste o tema em um imbricado tema para a pesquisa e referencia. Se é verdade que a necessidade de uma espécie de "caminho de volta" para uma busca do que já foi dito ou feito é fundamental no sentido de saber a origem do objeto ou da ideia, faz-se importante a reflexão sobre se tal objeto ou ideia já não possui uma espécie de legado comum à humanidade que demanda mais de desenvolvimento e adaptação que de referencia. Um interessante problema está nas questões de patentes que, se por um lado reconhecem e premiam o autor, seu produto é taxado, torna-se caro e até inacessível.

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  73. Foi bem importante passar o que é o plágio e o que "pode acontecer". Parece não ser uma coisa séria quando você pesquisa em um site, copia e cola, porque quem vai perceber? Não é uma coisa simples? Mas isso entra em várias questões... Como mostra o vídeo, o plágio é um dos caminhos mais fáceis pra quem não dá preferência ao estudo e trabalhos que tem para fazer. É muito fácil se divertir duas semanas seguidas e na véspera de entrega estar sem paciência para sentar, ler e referenciar o que escreve. Mal sabem que quem fez o artigo, texto, redação ou qualquer que seja o trabalho, ficou pesquisando por um tempo até ter ideia do que escrever.
    O vídeo mostra um caso que com certeza deve acontecer, a pessoa empolgada com as coisas boas que a faculdade traz e esquece o que foi fazer lá e acaba optando por caminhos ilegais.
    O texto juntamente com o vídeo, ajuda a aconselhar ao que não fazer e as consequências, caso optem por esse lado.
    Julya Primo.
    Introdução a Museologia.

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  74. O plágio tem seu foco maior quando se trata de alunos de ensino médio, porém, graduandos tem costume de tomar como referencias artigos de grandes publicações, mas não tomando como partida, o plágio.
    Em teses de doutorado, mesmo com um banca analisadora, há uma probabilidade de se ter uma tese copiada, mesmo tendo um vasto campo de exploração.
    O ato de parafrasear, não é considerado plágio, pois é apenas é usado como referência , já um texto sem refrencias, se não mencionado as fonte reais, é copiado também é chamado de plágio.

    Majorie Guedes
    Introdução a Museologia

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  75. Este comentário foi removido pelo autor.

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  76. Achei o texto sobre plágio muito interessante, quando na escola fazia trabalhos procurando coisas do assunto no google e colando modificando apenas algumas palavras, porém comecei a perceber que não aprendia nada, aquilo era apenas uma coisa modificada que alguém entedido do assunto abordara, mudei conceitos e comecei a ter uma leitura assídua assim pude discorrer sobre varios assuntos. Gostei muito do video pois se enquadra realmente no que costuma acontecer, empurramos até nao poder mais e acabamos fazendo um trabalho meia boca com copia dos outros, gostei muito de aprender o quanto que é importante sempre colocar referencias e a data quando o conteudo foi pesquisado pois somos bombardiados com informações diversas dia a dia com a internet telejornais entre outros por fim achei brilhante o artigo sobre plágio
    Maria Gabriela Trannin Melo
    Aluna de introdução a museologia

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  77. Vitória Aimée L. Lino
    Museologia

    Atualmente, o plágio é dos grandes problemas presentes nos trabalhos escritos desenvolvidos tanto no Ensino Médio, quanto no Superior. A freqüência com que o aluno destas duas etapas educacionais efetuam os famosos “CTRL+C” e “CTRL+V” é alarmante!

    Se formos buscar motivos que explicam tal fenômeno, um dos fatores que se destaca é a falta de preparo, ou interesse, dos educadores Ensino Médio em ensinar, de fato, como se deve produzir um trabalho escrito (individual, ou em grupo). A responsabilidade é simplesmente delegada aos profissionais que atuam no Ensino Superior. Sendo assim, os alunos chegam às universidades sem saber como realizar uma pesquisa, como efetuar uma citação, como fazer uma referência bibliográfica e, principalmente, considerando o plágio uma atitude “natural” a ser adotada no ambiente universitário.

    O texto apresentado para reflexão nos mostra, de forma interessante, a realidade anti-ética do plágio, que está presente hoje no Brasil e no mundo, além disso, o vídeo foca este problema criativamente.

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  78. Fernanda Werneck - Museologia e Comunicação 220 de setembro de 2011 13:02

    A leitura desse post me fez lembrar que não nos deparamos com plágio somente no ambiente acadêmico e que muitas vezes é até difícil reconhecê-los em meio a tantas informações que absorvemos constantemente. Acho o caso da Editora Martin Claret muito curioso e um exemplo de que os plágios são muito difíceis de serem julgados. Parece que a editora já foi acusada de plágio de traduções algumas vezes, pois apenas modificaria algumas palavras de traduções já existentes e as creditaria a um tradutor inexistente, responsável por todas as traduções das publicações da editora, indo do grego ao francês. Entretanto, até hoje nada foi provado e os seus livros continuam circulando e sendo vendidos. Acho que esse exemplo é importante pois demonstra o quanto estamos habituados a esse tipo de prática no nosso dia-a-dia, o que de forma alguma, entretanto, justifica a repetição desse mesmo erro. Por isso, é importante não só que os estudantes e pesquisadores etejam atentos a isso, mas toda a sociedade, de forma a evitar a disceminação dessa prática.

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  79. "(...) o escritor só pode imitar um gesto sempre anterior, jamais original; seu único poder está em mesclar as escrituras, em fazê-lascontrariar-se umas pelas outras, de modo a nunca se apoiar em apenas uma delas;(...)"

    Roland Barthes, A Morte do Autor.

    Só podemos falar a partir das falas que nos antecedem. O Plágio me parece (motivado na melhor das hipóteses por uma falta de humildade, na pior, de caráter) uma incapacidade de reconhecer a genealogia de nosso prórpio pensamento que repercute infindávelmente ao passado e que, potêncialmente, para o futuro.

    Matias Monteiro

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  80. Boa Noite!
    Confesso que estou um tanto decepcionada, não com o post, porque esse é muito bom. Recentemente fiz uma análise de uma pesquisa de campo, gravei segundo a autorização de meus entrevistados, transcrevi e analisei citando alguns autores segundo regras da ABNT. Entretanto quando usei o DocxWeb para pesquisar a análise, à autenticidade foi de 37%. Até as falas de meus entrevistados mostravam plágio. Alguém poderia me explicar? Então significa dizer que se meu professor usa-se um anti plágio eu ficaria envergonhada mesmo sendo fiel em meu trabalho.

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  81. Como dizem: "nada se cria, tudo se copia".

    É a pasteurização da cultura de massas que nos faz ser absolutamente clichês achando que somos originais. Aí não é uma questão de plágio, porém de cultura e sociedade.

    Imagino que entrevistas com jogadores de futebol após uma partida polêmica darão coincidências de cerca de 50%, duplicadas: cada qual com sua "originalidade" idêntica a dos companheiros de equipe. Se for um morno 0x0, sem importância, acho que a coincidência deverá beirar os 100% :)

    É por isso que as ciências sociais aplicadas se valem de questionários e entrevistas para entender/definir padrões de opiniões e comportamento; porque somos muito menos originais do que imaginamos.

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  82. Não entendi não!
    QUEM É JAMES ?

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  83. Só será Plágio serve para trabalhos cientificos? ou serve para qualquer tipo de trabalho?
    Outra minha dúvida, se a professora pega um trabalho da internet também seria plágio?
    Gostaria muito de saber isso....

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    1. A questão é se ela cita ou não as fontes. Se plagiar sem citar e ainda por cima disser que é de própria autoria, nas universidades sérias costuma resultar em demissão.

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  84. Sei lá eu só sei que como diz a frase: "Nada mais se cria e sim se copia", encaixa na questão levantada. Por ex. Santos Dumont inventou o avião e aí?. Hoje não existem tantas fábricas de aviões fazendo o mesmo. Eu acho tudo isso besteiras ser penalizado por usar textos ou imagens de outrens. Já que é asim cabe também a nós buscarmos autorização prévia já que também existem orgão para punir-mos. Ok?

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    1. Que graxinha...

      Quer dizer que patentes para construir aviões não existem?

      Já imaginou se toda a classe copiasse seu comment aqui, sem se identificar? Como é que você iria se sentir?

      Já imaginou se da próxima vez que eu for publicar algo, ao invés de escrever eu simplesmente copiar textos do Schellenberg e publicá-los com o meu nome? A ciência jamais avançaria não é mesmo?

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  85. Todo o post é bastante esclarecedor, ainda mais para os recém-chegados à universidade. Tenho certeza de que ninguém via o ctrl+c ctrl+v como um ato criminoso, pequeno vício adquirido nos tempos escolares com as pesquisas e trabalhos sem a devida instrução sobre esse aspecto. Eu mesma admito que não tinha a menor ideia do quão sério é o ato de copiar, colar e apresentar como seu um pensamento alheio. Penso que algo como referenciar a mídia pesquisada devia ser apresentada aos alunos ainda no ensino fundamental/médio, uma vez que esses estudantes podem se tornar produtores de conhecimento científico mais adiante e chegariam a esse estágio conscientes de como proceder.

    (Thamilis Rufino - Museologia UnB
    Introdução à Museologia)

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  86. Jade Gabriela de Deus Morais6 de abril de 2012 16:49

    Achei o post e o vídeo bastante interessantes, principalmente porque sou recém-chegada à universidade e ainda tenho algumas dúvidas quanto à como citar e referenciar outros trabalhos. Como a aluna Thamilis, também não fazia idéia do quão séria é essa questão do plágio. Creio que todo esse costume de não citar referências se deve ao fato de que não nos é ensinado como devemos fazer , ou seja, as normas da ABNT (que normalmente são as que nos são cobradas nos trabalhos científicos) não são nos apresentadas por nossos professores no ensino básico. Cabe a nós alunos, quando chegamos à universidade aprendermos sozinhos (na maior parte das vezes) todas essas regras, portanto ver todas as informações aqui apresentadas me pareceu muito importante. Agora me sinto mais consciente sobre como proceder ao realizar um trabalho.

    Jade Gabriela- Museologia UnB
    Introdução à Museologia

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  87. Adorei o vídeo até porque nos mostra o quão importante é a questão "fazer o trabalho" pq com ele aprendemos muito, tiramos nossas dúvidas, acrescentamos dúvidas e também construimos críticas, para podermos expor em sala de aula e em nossas vidas.. Ficou como dica: nunca use plágio, pois o seu crescimento será minimo.

    Aluna de Museologia - Thaís Bianccs.

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  88. Gostei muito do post e do vídeo, e compartilho da mesma opinião das colegas Thamilis Rufino e Jade Gabriela, de que no ensino básico(Fundamental e Médio), os alunos não são orientados por seus professores à referenciar seus trabalhos e pesquisas. Acho bastante importante e necessário que esta questão seja mais discutida não apenas em nosso país mais em todo o mundo, pois muitas vezes plagiei diversos autores sem saber que isso era cometer um crime, o plágio. Enquanto assistia ao vídeo acima, resolvi pesquisar mais sobre esse assunto e olhem a notícia que encontrei: "Presidente húngaro é acusado de plagiar tese de doutorado"
    ( Disponivel em: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5695003-EI8142,00-Presidente+hungaro+e+acusado+de+plagiar+tese+de+doutorado.html )
    Nada melhor do que um exemplo bem recente para evidenciar que esta questão merece ser cada vez mais debatida.

    (Gabriel F. Amorim - Aluno de Museologia/UnB
    Introdução à Museologia)

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  89. A questão do plágio envolve uma serie de outros problemas que não chegaram a ser comentados na postagem .
    Quando você trabalha com imagens digitalizadas ou digitais, geralmente corre o risco de ter seu trabalho utilizado pela internet alheia sem os créditos devidos o que causa uma grande indignação por parte dos autores que gastam horas e horas se esforçando para que algo fique bom. Não sei explicar exatamente o porque isso acontece,mas creio que venha dos maus hábitos por parte de todos junto com a preguiça e inocência, de verem algo ,achar bonito/legal e depois não pesquisar a fundo sobre para que quando forem citar ou usar não deixarem de creditar o autor . Acontece que há informação demais agora na internet, são milhares de blogs,artigos,imagens e é fácil pensar que por causa disso não vai acontecer nada já que o conteúdo está ali só esperando você para usar. Além de tudo não temos leis nem pessoal para fiscalizar e lidar diretamente com esses problemas por a internet ser algo relativamente "novo" e a maioria acredita que está vivendo numa terra sem lei,ou nem mesmo pensa sobre isso.
    Sendo assim, seria mais fácil se passassemos a educar os alunos desde o ensino básico,para que quando eles chegarem na Universidade e durante os anos de estudo desenvolverem a capacidade de elaborar um pensamento por eles próprios e conseguirem expôr de forma escrita sem esquecer das citações e os créditos e mostrando a eles como no vídeo que mesmo parecendo duro e exagerado que quando você deixa de citar as referências, você está cometendo plágio e isso é um crime.

    (Isabella Chrisostomo - Museologia UnB
    Introdução à Museologia)

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  90. É importante criar uma cultura em que se apropriar sem a devida citação ou menção das produções intelectuais de outros seja encarado como algo sério. A educação e conscientização sobre o plágio devem estar presentes desde o ensino básico, os professores devem orientar seus alunos a sempre citar as fontes, sejam elas de livros ou da internet. É muito comum que alunos recém-chegados às instituições de ensino superior se utilizem do recurso de recortar e colar, pois trouxeram essa bagagem do ensino médio e não foram alertados e nem orientados. Como foi dito no texto existem vários tipos de plágios e acredito que atualmente com a difusão da internet bem com das redes sociais fica mais difícil de apontar o que é ou não é plágio, é comum vermos imagens com frases e pensamentos que não sabemos de quem são ou até mesmo que foram creditadas erroneamente a outras pessoas.Por isso a importância de citar as fontes, e mesmo que não se saiba quem é o autor, deve estar indicado.

    Ana Luiza Rodrigues - Museologia UnB

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  91. Gabriel Boaventura8 de abril de 2012 22:08

    O vídeo, de maneira divertida, trata de um assunto muito sério que é o plágio, e pude reafirmar que realmente as pessoas precisam perder o triste costume de plagiar. É muito gratificante termos um trabalho, ou um texto reconhecido! Imagine que desagradável ficar com o mérito de um ''amigo'' seu.

    (Gabriel Boaventura - Museologia UnB
    Introdução à Museologia)

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  92. Achei o vídeo bem engraçado. E se torna ainda mais interessante quando ele faz uso do humor para tratar de algo sério, que é o plágio.
    Sempre citei referências em trabalhos que fiz, mas não sabia que não citar seria um crime, nenhum professor nunca havia falado sobre isso e muitas pessoas pensam que os professores nem prestam atenção nos trabalhos dos alunos, aí copiam e colam.

    Jéssica Melo de Morais
    Museologia- UnB
    Introdução à Museologia

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  93. O vídeo e bem interessante, porque coloca um assunto polemico de forma humorística para retratar algo que deveria ser levado a sério, principalmente para quem é inciante em campo de pesquisa e trabalhos em geral , como por exemplo no ensino fundamental. Cito isso porque tenho uma irmã mais nova e acompanho ela quando ela precisa fazer trabalho de pesquisa pois as crianças acabam sendo orientados pela influencia de amigos a usar o ctrl v , ctrl c é necessário ensinar o correto.

    Museologia -UNB
    Introdução à Museologia
    Jéssica Venância Franca de Freitas 12/0068401

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  94. O plágio e um assunto bem polemico porque você rouba uma ideia e leva créditos por isso sem promover o menor esforço para isso. Bem o vídeo correlata esse tema de forma ironizada como que um escarnio, quando se deveria levar um assunto como esse mais a serio.Deveria haver uma politica de educação em relação a isso.


    Unb - Museologia
    Introdução a Museologia
    Thais Tibery 12/0070855

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  95. É uma pena que no Brasil não sejam incentivadas mais campanhas 'anti-plágios', pois a reflexão sugerida nestas permite nos tornar mais conscientes e originais, ao mesmo tempo nos motiva a ser criadores de idéias inovadoras.
    Eu mesma não tinha tamanha noção do que é plagiar um trabalho, até ler o artigo da Loveleena Rajeev, que mostra claramente diferentes modos de plágios que acontecem por desleixo; ou ingenuidade do ator (numa visão otimista da análise), seja na cópia maquiada de um assunto, de uma imagem, de um estudo próprio ou de outro pesquisador e até mesmo de uma pequena frase (como no caso apontado de Shakespeare).

    Universidade de Brasília
    Introdução à Museologia
    Rayssa de Souza Pereira - 12/0040981

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  96. Ana Laura Rangel Neves9 de abril de 2012 19:39

    Achei o video divertido, mostra de uma forma simples como evitar o plágio, que atualmente vem se tornando um assunto muito discutido e me faz lembrar do velho hábito do Ensino Médio de copiar e colar algum texto pra um trabalho sem citar a fonte. Mas existe alguns site que bloqueiam o ato do copiar justamente por seus direitos autorais.
    Ana Laura Rangel Neves - Museologia UNB

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  97. Achei o video muito interessante, pois mostra de forma dinâmica algo muito sério. Infelizmente não temos o hábito de referenciar nossos trabalhos, e essa é uma falha adquirida no incio da vida escolar. Acredito que deveria haver mais incentivo, ainda na escola, pois a partir do momento que se começa a fazer pesquisa é necessario saber a diferença de citar, fazer um releitura e plagiar.É necessario que o estudante tenha conciencia que plagiar é errado e saiba as formas de evitar que isso aconteça.

    Universidade de brasilia
    introdução a museologia
    Isabella M. de Oliveira- 12/0032694

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  98. O grande problema do plágio está em se apropriar das ideias de outrem , não só a preguiça intelectual mas também a falta de experiência na hora de passar para o papel algo que seja original pode levar as pessoas ao plágio escancarado , o que é muito comum por exemplo já no inicio da formação no ensino fundamental e médio muitas vezes incentivados pelos próprios docentes que não se dão ao trabalho de ler aquilo que seus alunos costumam entregar.
    Há também o plágio “inocente” , não se ensina nas escolas quais são as regras para que não ocorra tal gafe , tais como o emprego de aspas no texto copiado e a citação das fontes pesquisadas em questão.
    É importante incentivar já no começo da formação que a prática do plágio é algo errado , o que se vê hoje em dia é a cultura do rápido e do fácil , o espertalhão é aquele que não se preocupa em copiar das wikipedias da vida pois sabe que receberá o mesmo tratamento daquele que dedicou várias horas de trabalho árduo em cima de algo que é realmente original e que agrega valor nas áreas do conhecimento humano. É importante acabar com a cultura do plágio escancarado principalmente nos primeiros anos de formação nos ensinos fundamental e médio para que as pessoas não se tornem profissionais medíocres que não contribuem em nada para a formação do conhecimento.

    Denis Garcez de Oliveira
    Introdução à museologia - UnB

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  99. Este comentário foi removido pelo autor.

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  100. A importância das citações para a ciências é indiscutível, pois elas são as bússolas que endereçam a origem do conhecimento e nos aproximam da tão sonhada contemplação perfeita e incontestável do objeto estudado, isto é, se a ciência, em seu caráter empírico,enxergar um fim para busca do conhecimento ou,se assim não for compreendida a ciência,o resultado de uma dada pesquisa ainda poderá servir de base para outras pesquisas vindouras, realçando assim afirmação primeira deste parágrafo.

    O que me ponho a perguntar é,atender a este padrão erudito, onde evita-se o plágio e reconhece-se o verdadeiro autor, não é, automaticamente,institucionalizar arestas para a própria produção do conhecimento? Uma vez que, a cada dia ganhamos mais evidências da unificação, e não mais da separação sistemática, de todo o conhecimento produzido no mundo. Por exemplo,Darwim e Wallace escreveram,uma teoria muito similar, quem pode afirmar plágio quando o próprio Darwin afirmou que guardava em sigilo a sua pesquisa? A citação então deveria ter sido aplicada a quem ? Se hoje, em um mundo global, onde a antropologia e sociologia passam, cada vez mais,a idéia de uma mesma matriz, aplicada à toda humanidade, de compreensão da racionalidade,a similaridade entre as idéias não pode ser apenas fruto desta matriz principal da razão e a citação, ou referência, não é então apenas um troféu concedido pela academia à uma classe cujo a própria instituição julga capaz de ter o pensamento considerado ?

    Não afirmo com isso que o copiar e colar seja então uma prática válida,afinal,esta prática não cria razão nenhuma, é o simples movimento da tecnologia fazendo o que uma razão a programou pra fazer, mas insisto em perguntar se a catalogação dos nomes não poderia ser substituída por um sistema único direcionado a apanhar idéias?

    matrícula 12/0015871
    introdução a museologia

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  101. Pude perceber que podemos usar ideias de outras pessoas, contanto que façamos as devidas citações. Apenas copiar torna-se plágio. Já quando citamos e referenciamos engrandecemos nossa pesquisa de maneira correta.

    Universidade de Brasília
    Introdução a museologia
    Adriane Cordova - 12/0024942

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  102. Infelizmente o grande problema do plágio, vem desde os prímordios da educação para pré adolescentes em diante, quando o estudante entra no ensino fundamental, o professor muitas vezes mal qualificado pede um trabalho de pesquisa, onde não é ensinado aos alunos sobre como se fazer pesquisas... ai gera o que temos hoje, ele simplismente copia o que nem está lendo e o professor atribui uma boa nota sem ao menos ler o que o aluno pesquisou, formando assim uma bola de neve e (in)diretamente incentivando o aluno a fazer 'pesquisas' dessa forma

    Universidade de Brasília
    Introdução a museologia
    Igor Martins Ribeiro
    12/0068079

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  103. Desde crianças, a busca pela informação é feita sem nenhuma preocupação, de citação, ou referência, essa problemática é arrastada até o ensino médio, e ao ingressar no âmbito acadêmico, o estudante sente uma pressão para expor o seu pensamento sem o tal 'ctrl c + ctrl v'. Porém essa não deve ser uma desculpa, para o plágio ser cometido. Acredito que nenhum graduado sai leigo a esse respeito.
    Há grande diferença entre um jovem universitário que o comete, e um pesquisador experiente, pois o primeiro ainda está formando o seu pensamento crítico, está aprendendo as regras, e muitas vezes o faz por inocência, mas no segundo caso, realmente o pesquisador tem que ser punido na vida acadêmica, quando tenta se apropriar do conteúdo intelectual de outro. É uma ofensa ética e moral. O plágio deveria ser tratado com maior cuidado e seriedade nas educações básicas também.

    Bruna Baldez. 11/0025725

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  104. Isadora da Mota Mendes (Introdução à Museologia)10 de abril de 2012 07:19

    Tudo bem que é "normal" durante todo o Ensino Fundamental e Médio os estudantes não se preocupam com o uso de referências, mas é de senso comum que ctrl c + ctrl v não é válido como trabalho acadêmico e que as referências são necessárias. A punição de possível desligamento pela unb é uma forma de evitar que isso ocorra.
    E saindo da discussão dos posts anteriores, o vídeo é hilário... O objetivo é ótimo, mas vergonha alheia tem limite.

    Isadora da Mota Mendes (Introdução à Museologia)

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  105. Ida Carolina C. Vecchi (Introdução a Museologia)10 de abril de 2012 09:16

    Apesar de muitas pessoas acharem normal copiar coisas alheias, o video mostra em forma bem humorada e divertida, nao só as consequencias de se fazer um plagio, mas como é aproveitoso, nao faze-lo. Mostra também que você pode usar o conhecimento de outra pessoa, desde que dê o mérito a tal.

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  106. O hábito de utilizar frases, textos e imagens sem citar o autor é algo recorrente. Essa prática se expande diariamente com o uso da internet. Não só o plágio como também a falta de fonte é muito comum entre os estudantes do ensino fundamental e médio. Essa atitude deve ser tratada com informações e explicações mais incisivas sobre o assunto logo na infância, deixando os alunos cientes da importância do desenvolvimento de pesquisas, e de que eles também serão responsável por esse desenvolvimento intelectual.



    Juliê Pena (Museologia- UnB)

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  107. O vídeo mostra de forma divertida o que deve seer levado a serio , a realização dos trabalhos acadêmicos. Naturalmente que quando realizamos algum trabalho precisamos consultar o que foi feito antes sobre o assunto, mas não podemos nos esquecer de dá o crédito.

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  108. Lizandta Tarsilla10 de abril de 2012 10:47

    O texto trata de uma forma séria o que o vídeo trata de uma forma divertida. Isso equilibra a leitra e a torna mais leve.
    É claro que é preciso levar em consideração que em situações diárias, a falta de referências nem sempre é feita por má fé, e sim por honesto esquecimento, pressa ou variados motivos. Porém, quando feita em atividades acadêmicas, deve ser punida, pois ninguém tem o direito de se apropriar indevidamente do trabalho intelectual de outrem.
    Apesar disso, o assunto não deve ser tratado apenas como um crime, e devem ser criadas políticas para educar estudantes, para que isso se torne cada vez menos recorrente.

    Universidade de Brasília
    Introdução a museologia
    Lizandra Tarsilla Gallindo Lira
    12/0016273

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  109. Infelizmente, juntamente com outros tipos de fraude, o plágio está praticamente institucionalizado.

    Quem já não teve aquele colega que adora colocar o nome nos trabalhos acadêmicos sem fazer nada?

    E quem nunca fez um trabalho certinho, com citação, formatado direitinho e enviou para um colega de grupo que meteu um texto plagiado no trabalho e, ainda por cima, ao colar o texto da Internet comprometeu toda a formatação do trabalho?

    E, pior do que tudo isso, é denunciar e não ser ouvido. A conivência institucional é a pior forma de lidar com a fraude acadêmica porque beneficia estudantes desonestos.

    Mas, é uma realidade. Para mudar é preciso que instituições respeitadas no país assumam a árdua tarefa de melhorar a qualidade do ensino e a formação docente seja também uma formação ética.

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  110. Olá. Uma dúvida que me consome. Uma copilação de ideias, mas com a única intenção de mera informação (atualização) e que nenhum momento do trabalho faz alusão na primeira pessoa, ou seja, que as informações utilizadas são suas, pois o tema é notório. A bibliografia faz referência do conteúdo. É plágio?

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  111. Não se consuma. Todo o texto do post é de minha autoria, exceto as partes indicadas. As imagens não são minhas e não estão incorporadas no texto. Não foram recortadas e coladas, apenas exibidas de suas url originais (basta clicar nelas para ir à sua origem). O mesmo ocorre com o vídeo.

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  112. Olá, André. Obrigado pelo retorno e explicação. Só que acabei exemplificando um caso meu e deixei a informação vaga. Tá vendo, as vezes cometemos erros, sem querer. Peço desculpas. O exemplo hipotético: Se faço um trabalho de atualização de um tema notório, que só abrange o fato existente e aborda novidades deste fato, sem fazer menção na primeira pessoa, ou seja, "eu quem fiz", ou "defendo isso por...", mas só trasando uma atualização, mais específico, uma lei. Só que as obras consultadas só menciono na bibliografia. Lembrando que o conteúdo se for procurar estão na bibliografia aludida. Então, neste caso é considerado plágio?

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  113. Prezad@ anonim@,

    Sempre cobro de meus alunos que evitem afirmações do tipo "sabe-se que..." "é notório que..." etc., pois é necessário que indiquem de onde é que se tirou tais ideias. O exemplo hipotético que você menciona (com compilação e sistematização de ideias de outros autores) parece ter o mesmo problema: indicar conclusões de outrem sem referencias a origem.

    Dependendo de como o texto é escrito, do ponto de vista técnico, pode até não ser plágio, porém, do ponto de vista acadêmico/científico é um procedimento a ser evitado. Uma boa revisão de literatura não apenas indica e discute os principais temas de uma área/problema mas, necessariamente, indica a origem das ideias.

    Espero ter respondido.

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  114. Eu não pesquisei em nenhuma fonte tirei tudo de minha cabeça o que eu boto na bibliografia?

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    1. Ninguém é filho de si mesmo. Ciência sem base teórica, sinto muito, não é ciência. Tirar tudo da própria cabeça, no máximo, pode ser criação artística (mesmo nas artes as influencias sempre exitem...)

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  115. O meu Deus! são 3:00 horas da madrugada e eu assistindo este Vídeo!. Dia 14\05\2014 entreguei o meu TCC, para a Professora. Sabe André Porto; fiquei emocionada ao ler sua Postagem, me senti como uma criança, rsrsr. Muitissìmo obrigada! uma salva de palmas para você, nunca mais vou esquecer que não devemos plagiar. abraços. Blog hotelselmamota.com.br

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