Ambiente virtual de debate metodológico em Ciência da Informação, pesquisa científica e produção social de conhecimento

domingo, 8 de junho de 2014

Nueva edición de la Revista Científica TeloS

Ya está disponible la nueva edición de la Revista Científica TeloS. Vol.1, N°2, (Mayo-Agosto, 2014).

Ha sido el esfuerzo de 10 meses de trabajo, producto de la mejor disposición de los colaboradores científicos, editores, referatos, comité editorial, asesores, correctores de estilos, asistentes y diagramadores, para que nuevamente se pudiera cristalizar está publicación arbitrada.

Es importante resaltar, que todos los artículos de este número, son producto de un proceso de arbitraje, bajo el sistema doble ciego y con la mayor rigurosidad científica en la evaluación.

Casi todos los artículos fueron seleccionados de los eventos organizados en el año 2013, como el II Simposio Internacional Estudios en organizaciones públicas, privadas y sociales en América Latina y El Caribe en el marco del III Congreso Internacional Ciencias, Tecnologías y Culturas en la Universidad de Santiago de Chile (USACH), Enero 2013, organizado por la Red Internacional del Conocimiento y del III Simposio Internacional Estudios en organizaciones públicas, privadas y sociales en América Latina y El Caribe en el marco del II Encuentro de las Ciencias Humanas y Tecnológicas para la integración en el Conosur en la Universidad Sergio Arboleda (USA), Bogotá-Colombia, Mayo-2013, organizado por la Red Diálogos en Mercosur; Los simposios internacionales fueron coordinados y organizados por la Red Académica Internacional Estudios en las Organizaciones Públicas, Privadas y Sociales en América Latina y el Caribe e Iberoamerica (REO-ALCeI). 

Otros artículos de está edición forman parte de algunos miembros que hacen vida en está red, realizando investigaciones de forma permanente,siendo las revistas científicas que colaboran con nuestra red, el medio de difusión científica para los resultados de sus estudios.
Telos está indizada en:
  1. Revencyt, 
  2. Redalyc, 
  3. Clase 
  4. Latindex (catálogo),
  5. Pupe (Publicaciones Periódicas de la Universidad Rafael Belloso Chacín),
  6. Actualidad Iberoamericana,
  7. Directory of Open Acces Journal (DOAJ),
  8. Dialnet, 
  9. Ebsco, 
  10. Ulrich’s 
  11. Biblioteca de la Universidad de Texas 
  12. Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos de Norteamérica 

sábado, 7 de junho de 2014

Lançada Rede sobre Acesso à Informação


No dia 02/05/2014 foi lançada a página da Red de las Jornadas Internacionales de Acceso a la Información. A rede é resultante de trabalho árduo empreendido por diferentes pesquisadores desde o II congreso da Internacional del Conocimiento, que teve lugar na USACH, Chile em 2010 (ver nota aqui). A formalização da rede é resultado de discussões realizadas no I Encuentro de Redes Académicas e Investigativas, promovido pelo Diálogos en Mercosur no ITM (ver posts aqui e aqui), que apontou para a necessidade de algum nível de institucionalização das redes científicas. A RedJIAI, que compartilha dos pressupostos acadêmicos da Internacional del Conocimiento e da Diálogos del Mercosur, apresenta em sua página, http://www.jiai.info/, os objetivos, componentes, eventos e vínculos institucionais.

No momento a rede está trabalhando na organização das jornadas de Quito e buscando congregar mais membros filiados. As jornadas de Quito (JIAI-2014) estão com inscrições abertas aos interessados, que podem buscar mais informações na  RedJIAI aqui, que traz link para a página do evento. Em menos de uma semana a rede obteve mais de 50 filiações, oriundas de 9 países e continua a buscar mais membros interessados em participar. A inscrição é gratuita e leva menos de 1 minuto cronometrado; basta preencher os dados de identificação no formulário aqui.
 

Recentemente a Internacional del Conocimento divulgou aqui, em seu portal nota sobre a criação da página da rede e o Diálogos en Mercosur fez aqui uma chamada para as jornadas de Quito 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Tropeços na Redação Científica 2

As ligações perniciosas


Uma das exigências para a redação de um texto científico, tal como para a grande maioria dos textos, é a da continuidade: cada ideia, informação ou reflexão apresentada deve ser claramente relacionada às demais e disposta numa sequência que permita ao leitor acompanhar o raciocínio do autor. Isto obriga o autor a planejar seu texto de maneira que, dentro de uma mesma seção, cada parágrafo mantenha alguma relação de continuidade com o anterior e o seguinte.

Parece que esta exigência - básica, conhecida e aceita - tem representado uma dificuldade muito grande para os cientistas-autores: há um número imenso de textos que apresentam um verdadeiro festival de parágrafos iniciados com expressões como "deste modo", "desta forma", "desta maneira"... De vez em quando aparece um "sendo assim"... 

Isto não seria uma inadequação, não fosse o fato de que, na maioria das vezes, os parágrafos anteriores não fazem referência a qualquer elemento que possa ser identificado com um modo, uma forma, uma maneira, ou algo que permita ao leitor identificar a que se refere o tal do "assim".

É fácil perceber que os autores estão tentando estabelecer alguma forma de continuidade do texto, só que, nestes casos, o resultado acaba sendo inadequado e tornando a leitura desagradável já que aquelas expressões significam exatamente nada.

Quando encontrar uma daquelas expressões, faça dois exercícios. Um: releia o parágrafo anterior e procure detectar, nele, qualquer afirmação que possa sugerir ou ser interpretada como um modo, forma, ou maneira. Se não houver, a expressão é incorreta. Dois: experimente ler o parágrafo no qual a tal expressão aparece, mas como se ela não estivesse ali. Esta omissão prejudicou ou alterou a compreensão do conteúdo do parágrafo e a relação dele com o anterior? Não? Então, a expressão é inútil.

A continuidade entre os parágrafos deve existir, mas ser estabelecida pelas relações entre os conteúdos dos mesmos, não por estas ou outras gambiarras textuais.

Provavelmente, o que vem acontecendo é que, no decorrer do planejamento, o autor ou autores têm o cuidado de decidir sobre o conteúdo de cada parágrafo, mas não se preocupam em definir, também, por que cada parágrafo deve ser colocado naquela ordem, qual é a sequencia do raciocínio que pretendem apresentar ao longo do texto. É a definição clara desta sequência que orienta o estabelecimento de relações de cada parágrafo com os que o antecedem e sucedem.

A lista de ligações utilizadas erroneamente é bem maior que a expressões que apresentei até aqui. Um grupo destas ligações, bastante próximo ao das citadas e que pode passar por crivo semelhante, envolve expressões como "paralelamente" ou ao "mesmo tempo"...

Outro grupo é composto por expressões aparentemente mais sofisticadas e adequadas, como "convém destacar que", "é imprescindível frisar que", "é necessário dizer", que não são acompanhadas por qualquer explicação sobre porque é conveniente, necessário ou imprescindível dizer ou destacar aquilo. Frequentemente não é.

Além da continuidade, outra caraterística desejável nos textos científicos é a concisão: o texto científico não deve conter informações, afirmações ou digressões que não sejam necessárias para que os seus objetivos sejam atingidos. Isto implica em que tudo o que está no texto deve ser importante; caso não seja, deve ser excluído. Destacar algum conteúdo implica, necessariamente, em desmerecer o restante. Por estes dois motivos, se algo deve ou merece mesmo ser destacado, é necessário tornar claras as razões que justificam esta diferenciação. Na ausência destas justificativas, aquelas expressões acabam, normalmente, por ser apenas outras formas de remendos.

Diante deste quadro, antes de cair em tentação, lembre-se que o primeiro mandamento do redator científico é:
...não embromarás!


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Estândares para publicação de textos acadêmicos


Tomanik, um dos mais ilustres colaboradores deste blog, comentou uma vez ("O Olhar no Espelho", cap 2) que, muitas vezes se confunde erroneamente metodologia com um conjunto de regras de apresentação. Infelizmente, essa parece ser a regra vigente no Brasil, na absoluta maioria das monografias universitárias, cuja análise pela banca costuma se deter apenas nos elementos formais. Os elementos formais, sem dúvida, são importantes (como já indicamos em alguns posts anteriores), mas somente se o conteúdo for bom. Seguir bem as normas da ABNT não dá nenhuma garantia da qualidade do trabalho.

O que muita gente sequer suspeita é que a ABNT tampouco é um padrão universal, mesmo sendo utilizada pelas boas revistas científicas brasileiras; boas, de acordo com os nossos critérios nacionais, diga-se de passagem. No mundo acadêmico internacional, a ABNT não existe como padrão de qualidade; ou seja, as revistas científicas tidas como internacionalmente boas, pelo resto do mundo, não usam a ABNT. Isso é algo que pode representar um dilema para alguns editores brasileiros, pois, se quiserem elaborar um material nacionalmente aceito devem, quase como que uma obrigação religiosa, usar a ABNT. Por outro lado, se buscarem aceitação com pares internacionais, em relação de igualdade acadêmica, esse padrão não serve. Um dos estândares mais utilizados no mundo científico é a APA, sigla que se refere à Associação Americana de Psicologia, cujas regras de apresentação formal de textos estão presentes por toda parte; exceto no Brasil.

A ABNT é uma norma paga, restrita a quem compra o direito de acessá-la. O jeitinho brasileiro sempre providenciou cópias pirata dela, desde o tempos das fotocópias borradas, porém todas essas cópias, de saída, já nasceram fora das regras dos direitos de reprodução. Com base nessa restrição, proliferam no Brasil textos que ensinam a usar a norma, muitas vezes com a indevida roupagem de manual de metodologia, reforçando a impressão equivocada aludida por Tomanik.

 A APA, pelo contrário, é vendida somente para quem quer adquirir o manual completo. O próprio site disponibiliza tutoriais bastante completos e cheio de exemplos, tornando o "estilo" (o nome correto é APA Style, sem a carga impositiva do termo "norma") bastante acessível e, mais importante ainda, com contorle sobre o material de formação de novos usuários. Não há nenhum impedimento para que outros autores produzam seu próprios manuais, os quais terão, sem dúvida, uma ressonância muito limitada já que o existe material on-line "oficial" gratuito. É provável também que quem efetivamente queira comprar um manual opte por adquirir o produto "oficial". Supõe-se que com o estreitamento de um mercado editorial dedicado ao uso do estândar, os autores estadunidenses não produzam tantos textos disfarçados de metodológicos sem o serem de fato. 

No Brasil, a encruzilhada torna-se mais complicada no momento atual, no qual muitas revistas, de olho na expansão para/com a América Latina, não apenas estão aceitando textos em castelhano, como, em alguns casos, tentando publicar volumes inteiros no idioma de Cervantes. A questão é como "obrigar" que o autor hispano-americano use a ABNT. Nos outros países latino-americanos, cada vez mais a APA vem sendo adotada como o padrão de publicação local, mesmo com o risco de se tornar dependente de definições externas. Alguns críticos poderão argumentar, com alguma razão, que a adoção de um estândar estrangeiro (a APA representa uma associação profissional de um país, não sendo um estândar internacional) poderia nos colocar em uma situação análoga a alguns países, que por não terem uma economia sólida, se renderam a adoção do dólar como moeda local, ampliando os problemas de dependência econômica dos EUA.

Não se trata de defender este ou aquele estândar, porém de ter conhecimento da existência de outros -- e a APA é apenas mais um entre vários outros -- e saber que as normas nacionais são absolutamente limitadas ao território (conforme indica o adjetivo "brasileiro", da sigla ABNT). Na ausência de um estândar a ser criado, pela ainda inexistente associação latino-americana dedicada ao tema, essa opção permite uma melhor circulação científica, em nível mundial, daquilo que produzimos deste lado do atlântico e permite que a produção bibliográfica de nossos países possa estar mais integrada. A questão não é de dominação, porém de integração e circulação do conhecimento científico.

Para quem quiser melhor conhecer o recurso, a página da APA Style (aqui) é uma boa opção; lá é possível aceder a um tutorial gratuito (aqui) ou a um blog dedicado ao tema (aqui). Quem tiver dificuldades com o inglês pode se valer das boas opções existentes em castelhano. A comunidade RedDOLAC, dedicada à integração de experiencias e tecnologias didáticas, sediada no Peru, divulgou recentemente (ver aqui) apostila feita no Equador sobre como aplicar a APA em publicações acadêmicas (baixar do blog "Yo Profesor" aqui). As editoras científicas colombianas certificadas pelo governo de lá utilizam a APA. Um extrato de um curso feito na Colombia sobre a APA, publicado no México, está disponível em um site da Universidad Nacional Experimental del Táchira, Venezuela (aqui). Insistir em um modelo "normativo" nacional pode parecer teimosia, ou, até mesmo, piada:

Copiado de "Boa Dica"





sábado, 5 de abril de 2014

Tropeços na Redação Científica 1

Quando a questão não existe ou ninguém sabe qual é

M. C. Escher; Queda D´água, copiado de Gödel, Escher, Bach
O uso de gírias e de expressões peculiares é típico dos grupos sociais. Além de servirem como recursos para a comunicação, estas formas particulares de expressão servem também como elementos de identificação dos participantes do grupo. No mundo acadêmico isto também ocorre e quem já viveu algum tempo neste ambiente com certeza se lembrará de muitos exemplos de gírias compartilhadas até a exaustão pelos cientistas.

Aqui no Brasil já tivemos um período no qual, após a publicação de um texto do Maurício Tragtemberg sobre o tema, nenhum participante da academia se atrevia a construir uma frase qualquer sem abordar as relações entre o saber e o poder. Tivemos, também, as fases do ponto fulcral e do a nível de... (que virou até música).

Parece que a gíria da vez é a questão da...

Preste atenção e você verá que parecemos não ser mais capazes de discutir a política, a adolescência, a comunicação, o desejo... Estamos sempre falando, escrevendo e discutindo a questão de cada um daqueles temas.

Esta poderia ser apenas mais uma mania, um cacoete dos cientistas que, tal como as músicas temas das novelas da Globo, de tão repetidas, tornam-se maçantes, mas me parece que ela serve também para transmitir uma série de falsas impressões.

A primeira delas pode ser a impressão de falsa competência. Quando alguém cita, de passagem, algo como a questão da formação política, está agindo como se soubesse, com precisão e clareza, o que é a tal questão, quais os limites, os determinantes e as consequências da mesma. Será que sabe?

Além disso, se não detalhar aqueles elementos, nosso brilhante autor ou locutor estará transferindo para seus ouvintes a responsabilidade pelo conhecimento de todos eles. Assim, cria novas falsas impressões. Uma: a de que todo mundo sabe ou deveria saber qual é e em que consiste a tal questão. Outra, bem pior: a de que ela existe e é ou pode ser conhecida.

Será que a complexidade que normalmente envolve acontecimentos ou processos importantes pode ser reduzida e expressa em uma questão?

Qual é, por exemplo, a questão da Educação no País? Quais são as do Ensino Superior, da participação política, da economia de base, dos direitos humanos?

Para piorar: normalmente, a expressão a questão da ou do significa exatamente nada. Faça um exercício. Tome a frase: “A questão da Abolição, no Brasil, não pode ser compreendida plenamente se não levarmos em conta a questão da produção agrícola nacional, a questão dos interesses mercantis ingleses e especialmente a questão do frágil equilíbrio político da Monarquia”. Agora experimente retirar da frase as expressões a questão da ou do e substituí-las pelos artigos a ou o equivalentes. Aquelas expressões fizeram alguma falta?

Na maioria das vezes o uso daquelas expressões é inútil. Elas representam apenas uma mania chata e, eventualmente, a manifestação de alguma petulância.

Para que precisamos delas, então?

Como nos livrarmos deste vício? Eis uma boa questão.

De qualquer forma, acho que está na hora de prestarmos mais atenção nas questões envolvidas nesta questão da questão, porque ela está se tornando excessivamente repetitiva.

terça-feira, 18 de março de 2014

Um puxadinho no Blog: motivos e intenções

  • Um: tenho acompanhado com alguma periodicidade as discussões promovidas pelo André aqui no blog. Elas têm me divertido e ensinado muito.
  • Dois: trabalhei com o André em Maringá e em Brasília e gosto do modo como ele demonstra, na prática, algo em que acredito: é possível trabalhar séria e criticamente sem ser mal humorado ou chato.
  • Três: tenho, atualmente, mais tempo disponível que a maioria dos meus colegas, já que vivo a situação paradoxal de aposentado ma non troppo. É claro que, como aposentado, passei a receber e a assumir uma série de funções domésticas das quais a condição de trabalhador-com-horário-e-compromissos me isentava, mas isto é outra história. De qualquer forma, tenho algum tempo para dedicar às coisas que me dão prazer.
  • Quatro: velhos gostam de conversar e passam o tempo procurando vítimas para suas falas.
Resultado: resolvi finalmente aceitar um convite do André e me tornar colaborador periódico deste fórum de discussões. Dito de outra forma: ele cedeu o espaço, eu resolvi construir um puxadinho aqui no blog e me instalar nele, ao menos por uns tempos.
Como iniciante nas artes e manhas do espaço virtual, resolvi começar abordando temas pequenos, quase marginais, que normalmente não têm espaço nas publicações e apresentações oficiais, mas que estão por aí, permeando nosso dia a dia acadêmico. Coisas como um cisco no olho ou uma pedrinha no sapato, que não teriam qualquer importância nem seriam percebidas, se não estivessem onde não deveriam estar e se não causassem incômodo, por isto.

Pretendo começar tratando de alguns maus hábitos (segundo minha avaliação) que vejo ser cometidos por muitos dos que se dedicam a escrever textos científicos e que, de tanto serem repetidos, deixam de ser percebidos e passam, mesmo, a ser considerados como parte dos padrões de redação acadêmica.

Se todo mundo faz, está certo? Frequência é igual à qualidade? Penso que não.

Espero que os textos que pretendo postar sejam úteis. Se não, que sejam divertidos. Se nada disso, que sejam ao menos perdoáveis. E perdoados.


domingo, 9 de março de 2014

Eduardo Tomanik é o novo colaborador do blog MCI

Copiado do Blog "Pesquisa-Ação", que cujas discussões devem muito ao Tomanik
Eduardo Agusto Tomanik, se auto descreveu em seu lattes assim: Licenciado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Mestre em Psicologia Comunitária pela Universidade Federal da Paraíba e Doutor em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi professor associado da Universidade Estadual de Maringá, atuando no Curso de Graduação em Psicologia e nos Programas de Pós-Graduação em Administração, Enfermagem e Psicologia (Mestrados) e Ecologia (Mestrado e Doutorado). Tem experiência nas áreas de Metodologia Científica e de Psicologia Social, atuando principalmente nos seguintes temas: Representações Sociais, ambiente e processos sociais. Aposentou-se em outubro de 2011. Atualmente é Professor Voluntário do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Estadual de Maringá, desenvolvendo estudos e orientando trabalhos na área da Psicologia Social das Emoções

1ª ed 1994
O resumo não faz jus a sua particular combinação de qualidades, que é capaz de unir o profissionalismo e a seriedade acadêmica, com perspicácia e inteligencia ímpar, além de ótimo senso de humor e simplicidade. Sua influencia está mais do que presente no blog MCI, desde o início. Uma simples busca pelo argumento "Tomanik" na caixa de pesquisa remeterá para ao menos 30 posts (cerca de 16% dos atuais 194 publicados). Muitos são referencias de aula, com indicações e atividades relacionadas ao seu livro "O olhar no espelho", que foi o texto-base das 13 turmas de "Metodologia" que ministrei desde de 2007 (em vários níveis de pós-graduação, no Brasil e no exterior). Outros são atividades de simulação à elaboração de projetos que idealizamos juntos, com a fictícia APQP (está indexada nas tags como "Grupo/Instituição"). Alguns são menções às suas ideias e/ou à sua pessoa em algumas reflexões que fiz. As mais interessantes, no entanto, são as referencias embutidas em reflexões de alunos que colaboraram com este blog, por tornar patente o processo crítico na formação de novos pesquisadores, dando especial destaque às ideias de nosso mais novo ilustre colaborador. Outra boa forma de verificar a influencia positiva de Tomanik na formação de jovens pós-graduandos em CI é perpassar pelos blogs discentes, derivados do blog MCI.
2ª ed, 2004 e
2ª tiragem, 2009

Conheci Tomanik em 2002, quando tive a feliz oportunidade de coordenar a Editora da Universidade Estadual de Maringá (Eduem), onde trabalhei diretamente com ele no conselho editorial. Acabei, por acaso, como "revisor geral" de seu livro, quando fizemos a segunda edição, em 2004, e foi quando começamos a conversar mais sobre a pesquisa científica e seus métodos. De lá para cá, a troca de ideias nunca cessou, seja presencialmente (quando nossas viagens e agendas coincidem), seja virtualmente (e-mails, chats, postagens e comentários em blogs). Nas idas e vindas da vida acabamos nos reaproximando mais quando decidi mudar um pouco o rumo deste espaço virtual, após acontecimentos descritos aqui, aqui & aqui.

Sua contribuição será em uma regularidade mensal não-estrita, em um primeiro momento, focada em temas relacionados às falhas e tropeços de redação. Bem humorado e sagaz como é, sugeriu que fizéssemos um "puxadinho" para ele aqui no blog MCI com uma imagem para lá de modesta (ver aqui). No seu primeiro post, programado para a semana que vem, o puxadinho terá muito mais classe; aguardem.