Ambiente virtual de debate metodológico em Ciência da Informação, pesquisa científica e produção social de conhecimento

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Próximas atividades


Agora que a turma parou de engatinhar sobre o que fazer e saiu da inércia inicial, podemos avançar em mais algumas leituras, já para a aula que vem, na qual pretende-se avançar na discussão sobre ciência e sociedade, além de pontuar melhor as diferenças entre problema, método e teoria.

O material mínimo de leitura é o seguinte:

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Ciencia e sociedade - novo livro


Não conheço a obra, ainda, mas conheço ao autor, com quem trabalhei algum tempo na Câmara de Pesquisa e Pós-graduação, da UnB, onde conheci alguns de seus bons posicionamentos sobre ciência, universidade e sociedade. Uma rápida leitura na apresentação da obra, me faz acreditar que seja um material bastante interessante para aprofundar muitas das discussões que são levadas nas disciplinas da pós, estimuladas pelo livro de Eduardo Tomanik, e pelos textos de Newton Freire Maia, Milton Santos, entre outros. O texto da 4º capa anota o seguinte:
"Um diálogo entre a Sociologia e a Filosofia da Ciência: é o envolvente convite que este livro faz. Com linguagem clara e coesa, o tema vibrante – a relação entre Ciência, Verdade e Sociedade − torna-se acessível a público bem amplo, incluindo não especialistas. A reflexão vai além do pensamento acadêmico, especialmente na segunda parte do livro, quando examina o que se considera ser, em sociedades democráticas, a “Ciência bem-articulada” no contexto atual do desenvolvimento científico-tecnológico. Pontua-se, então, a realidade brasileira, mediada pela credencial da sólida experiência do autor em sua profícua dedicação ao tema. O texto propõe o imperativo de se avançar para além da marcação de posições ideológicas, atitude característica do momento que ficou conhecido como a “Guerra das Ciências”. Entende que a ideia da Ciência com “conteúdo social” não suprime seu caráter objetivo, para o que se apoia em substanciais contribuições identificadas no confronto entre “realistas” e “não ealistas”, na Filosofia da Ciência. Ainda mais, insiste na vitalidade de se discutirem as novas responsabilidades que pesam sobre a Ciência e a Tecnologia contemporâneas, neste mundo crescentemente inquieto e muito promissor. Com o propósito de colaborar com a inclusão, no debate, desta outra perspectiva, a Fabrefactum apresenta, aos leitores, Ciência, Verdade e Sociedade: contribuições para um diálogo entre a sociologia e a filosofia da ciência, em sua série “Ciência, Tecnologia e Sociedade”.
Pedidos físicos e/ou downloads virtuais podem ser feitos aqui ou aqui.
TRIGUEIRO, Michelangelo Giotto Santoro. Ciência, verdade e sociedade. Belo Horizonte: Fabrefactum, 2012. (Coleção Ciência Tecnologia e Sociedade).

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O papel social da pesquisa científica

Copiado de De Rerum Natura

O papel social da pesquisa científica

Caroline Lopes Durce &  Caroline Maria Beasley
(mestrandas do PPGCINF-UnB)

Tomanik e Milton Santos trazem em suas obras, a preocupação a respeito do uso das Ciências como meio de controle social. Para eles, as Ciências Sociais deve se colocar em oposição a essa corrente, e sim permitir que a sociedade conheça e perceba a realidade em que está inserida. 

Milton Santos, em seu trabalho “As humanidades, o Brasil, hoje: dez pontos para um debate”, diz que o grande desafio das Humanidades é discernir a verdadeira estrutura do Mundo. Para o autor, o “problema crucial é que a ciência, tributária da técnica e do mercado, cada vez mais se submete a princípios perversos de organização”, o que empobrece a pesquisa. 

Esse uso da ciência, abordado pelo autor, de maneira a servir ao Poder (Estado e Mercado) desvirtua o sentido de se fazer ciência, tornando às Humanidades “tributárias e não propriamente críticas”. Para o autor, as Ciências Humanas, nesse contexto permanecem em um segundo plano, já que não conseguem ter a dinâmica de resultados imediatos das Ciências Exatas. Ele defende que as Humanidades devem, mais do que nunca, fazer cumprir o seu papel, para terminar com a lógica de dominação por interesses econômicos. 

Tomanik, por sua vez, aponta que, enquanto as Ciências Sociais se mantiverem a sombra do modelo empírico proposto pelas Ciências Naturais, aquelas serão simplistas em seus objetivos e métodos. O autor afirma que a visão empirista de ciência; que prega sua objetividade, naturalidade e neutralidade; deve dar lugar a uma humanização da ciência, onde a não-neutralidade e os aspectos ideológicos são considerados possíveis. Essa humanização abre a possibilidade que os objetivos das ciências evoluam da descrição e controle para a compreensão e a transformação. Para ele, “o conhecimento científico só terá sentido se puder, de alguma maneira, ser reapropriado pela comunidade ou indivíduo a que se refere, e checado por eles, em suas práticas”. 

A nosso ver, os dois autores chamam a atenção para o papel das Ciências Sociais como contraponto no uso das Ciências para a dominação de um pensamento das classes dominantes. O cientista não pode adotar uma postura ingênua em suas opções de pesquisa. Ele deve compreender seu papel na transformação da sociedade, embora esse não seja seu fim imediato, tal como colocado por Tomanik: “Não se propõem mais [as Ciências Sociais] a conhecer para controlar, mas compreender para participar.” 

Referências:
  • SANTOS, Milton. As Humanidades, o Brasil, hoje: dez pontos para um debate. In: HUMANIDADES, pesquisa, universidade. São Paulo: Comissão de Pesquisa/FFLCH-USP, 1996. p.9-13. 
  • TOMANIK, Eduardo Augusto. O que é ciência? : a ciência no discurso dos cientistas. In: ______. O olhar no espelho: “conversas” sobre a pesquisa em Ciências Sociais. 2. ed. rev. Maringá: Eduem, 2004. Cap. 3, p. 55-113.

domingo, 29 de maio de 2011

Leituras iniciais sobre ciência

Copiado de Bichos Brasil
Fernandez Kenji Inazawa
(Bibliotecário, especialista em Gestão do 
Conhecimento e mestrando no PPGCINF-UnB)

O texto de Newton Maia é uma leitura bem humorada e leve sobre ciência, que foi indicada pelo professor de metodologia. 

O texto fala que nem tudo precisa ser científico para ser verdadeiro, ou até mesmo válido, pois a ciência se ocupa com teorias, e verossimilhanças, e não com verdades. Existem coisas que são verdadeiras, mas que não são consideradas, necessariamente, científicas.

O que distingue a ciência de outros saberes é o método. O importante é ter método para se observar e expressar de uma forma clara o que foi observado. E não podemos esquecer do objetivo, é claro, pois qualquer um, a priori, pode estudar qualquer coisa, mas focar é muito necessário. Einstein observou e expressou a teoria da relatividade pela formulação matemática, método próprio das ciências naturais. As ciências sociais tem outras formas, tão válidas quanto, de observação e apresentação de suas conclusões através de métodos próprios.

Há uma parte interessante sobre a questão controversa entre ciência e religião. Eu lembrei do livro "Vírus da mente", cujo autor diz que as idéias da religião são vírus, por que não podem ser comprovadas pela ciência, que não é beeem assim. O texto de metolodologia toca no assunto de misturar saberes e opiniões diferentes, e propõe um jeito bem legal de olhar para esse problema.

Não é um texto acadêmico, mas uma opinião muito particular de um cientista, com uma linguagem bem descompromissada. Mas é legal.

O texto de Tomanik também é muito bom de ler. E a primeira afirmação que ressalta aos olhos é a explicação do porquê do título "Olhar no espelho", que está relacionado ao preponderante papel do observador nas ciências sociais. O que esse consegue ver é apenas um imagem de si mesmo, uma interpretação da realidade, que por vezes poderá até ser fiel, mas nunca será a própria realidade.

Maia e Tomanik expressam a dificuldade de definir ciência. Contudo, Maia está bem humorado, não se esqueça disso, e propõe uma definição de "terceira categoria". Eu ri muito da gracinha.

Gracinhas à parte, vamos ao que interessa. Tomanik fala que a ciência não é um agrupamento imóvel de teorias e leis; por que ela estudar a realidade, a qual é mutável; por que a tecnologia auxiliar amplia a dinâmica de observar a realidade e de produzir conhecimento; o fato de o que é afirmado hoje, muitas vezes, pode ser desdito amanhã; e por fim, a ciência surge das necessidades flutuantes do homem, e na medida em que estas se alteram, os objetivos da ciência também se alteram.

Tomanik me incomodou um pouco quando abordou sobre a ciência precisar ter aplicação prática, ele diz assim "[...] descobrir soluções de problemas é a função da ciência". Maia e Santos também parecem que sentem o mesmo incômodo que eu. Não concordam com essa visão utilitarista. Mas, Tomanik se contradiz quando fala que o conhecimento da teoria e das formas de investigação próprias da área de formação acadêmica dos futuros profissionais de curso superior é indispensável, ou seja, ele não pode ser somente um técnico com um diploma na mão, pois os desafios do mercado pedem pessoas que saibam "adaptar soluções" de acordo com "cada problema". 

Com relação às ciências humanas, Santos não se esquiva de se posicionar contra o utilitarismo implantado na mente da sociedade quanto à ciência, que pensa que é necessário apenas olhar o presente, mas a tarefa da universidade é conquistar o futuro, é olhar para a frente.
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OBS
  • Uma versão menos coloquial do texto de Kenji pode ser baixada aqui
  • Outro comentário sobre os mesmos textos, por outro autor, pode ser visto aqui.

REFERÊNCIAS: 
  • TOMANIK, Eduardo Augusto. Algumas noções preliminares sobre a ciência: por que pesquisar? In: ____. O olhar no espelho: conversas sobre a pesquisa em ciências sociais. 2. ed. rev. Maringá: Eduem, 2004. p. 13-29. 
  • SANTOS, Mílton Almeida dos. As humanidades, o Brasil, hoje: dez pontos para um debate. In: HUMANIDADES, pesquisa, universidade. São Paulo: Comissão de Pesquisa/FFLCH-USP, 1996. p.9-13. 
  • FREIRE-MAIA, Nilton. O que é ciênciaCadernos do IFAN. Bragança Paulista: USF, nº 16, 1997. p. 51-87.
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Como modo de ampliar a discussão tão bem iniciada pelo Kenji, sugiro que cada um que cada pesquisador reflita sobre os tópicos abaixo, extraídos do livro do Tomanik, tendo como contraponto de discussão o próprio projeto:

CAP 1 - O que é ciência?
1.1. Ciência: Constantes transformações - identificar na proposta:
a) possibilidades de mudança da realidade;
b) possibilidades de novos campos em relação ao avanço científico da área;    
c) possibilidades de críticas;
d) pertinência da proposta em relação às modificações da sociedade.
1.2. Objeto: necessidade de definição - identificar na proposta: 
a) qual é o objeto (tema) principal e quais áreas do saber estão relacionadas? 
b) idem objetos derivados.
1.3. Método: importância a do método para elaboração de novos conhecimentos e vice-versa - identificar na proposta::
a) possibilidades de elaboração de novos conhecimentos.
1.4. Objetivos/Razões: foco nos objetivos gerais, os motivos para se realizar tal pesquisa - identificar na proposta:   
a) grandes objetivos que pretende atingir;    
b) principais motivos para realizar a pesquisa;
c) limites entre o que se quer e o que será feito.
1.5. Dificuldades: nem tudo são rosas, trabalho árduo, com mais fracassos que sucessos - identificar na proposta:   
a) principais entraves;
b) possibilidades de fracasso;
c) competências a serem adquiridas.

A lista acima não é um questionário. Representa apenas um rol de possíveis pontos de reflexão a serem, eventualmente, desenvolvidos (ou não) pelos interessados, sob as mais diversas formas: comentário neste post, elaboração de paper, elaboração de postagem para blog, excerto da reflexão teórica da própria pesquisa, início de artigo etc.

terça-feira, 23 de março de 2010

O que é uma universidade de pesquisa?

Uma universidade de pesquisa faz somente pesquisa ou também tem que formar alunos? As duas coisas! E uma ajuda a outra. Segue trecho de diálogo meu com uma aluna da pós, que soube identificar bem as qualidades da UnB, em comparação a uma experiência dela em outra IFES:
Aluna: E agora falo com propriedade ... não tem comparação as aulas que eu tenho na UnB com as aulas que tive na outra IFES ...
Vou para a UNB feliz, com prazer.. Volto para casa feliz, leio com vontade....
  Acho que até o final do mestrado eu supero meu período lá na outra UF 
Todos os meus profesores na UNB são excelentes, acima da média! Todos!!!!
  E 95% dos meus professores na outra IFES ficaram aquém do que eu esperava em um mestrado...
 Ainda bem que voltei para Brasília :)
  É sério, tanto que eu poderia pedir aproveitamento de créditos em metodologia, mas em conversa com meu orientador achei que seria melhor fazer. Também optei por fazer outra disciplina para não perder a oportunidade de ter aula com dois outros ótimos professores ...
  São aulas que eu tenho aprendido muito mesmo.
  Nunca tinha escutado falar do Milton Santos.... adorei o texto [BAIXE AQUI].. E assim vai, cada aula uma coisa nova que eu aprendo.
 O Fulano é pesquisador professor. É prolixo, mas é alguém profundamente culto, de uma experiência e carga de leitura impressionante. Aí temos que saber tirar o que cada um tem de melhor. E sempre que eu o procurei para falar de um tema ele tinha uns 3 autores para me indicar. Isso é o bom da UnB! Professores com carga de conhecimento muito alta.

eu: Concordo, pena que isso vai acabar. Ninguém mais assim vai querer ser professor para ganhar, com doutorado, menos que policial.
  
Aluna: a minha mãe é professora do GDF, saiu da sala de aula há 15 anos pelo menos. Mas sempre participiu das greves. Eu me lembro de uma camiseta de greve dela que me marcou profundamente... a frase era.. "Seu filho é educado para a vida por alguém que não ganha o suficiente para viver". No Brasil é assim .. do ensino fundamental ao superior.
 Crianças e adolescentes são educados para a vida. Universitários para o mundo profissional, para a pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico... Mas parece que ninguém se importa com a carreira do professor que tanto transmite aos seus alunos. É triste....
Professor, obrigada pela conversa! Estou torcendo pela conquista de vocês.
 
eu: Obrigado, mas se nós ganharmos (isto é se não perdemos e tudo ficar como está) quem ganha é a sociedade que continua a ter uma universidade de qualidade, como vc descreveu aqui.
Será que a UnB é tudo isso que a aluna está dizendo? Dê sua opinião e veja nota sobre isso em Ciência e Iluminismo

quinta-feira, 18 de março de 2010

Se você colocar menos gasolina no seu carro ele vai rodar?

  1. Mais Kms do que antes, por que tudo é uma questão de empenho e dedicação.
  2. A mesma quantidade de Kms, porque já se "acostumou" com tal kilometragem.
  3. Indiferente, porque uso carro oficial e estou me lixando para quem tem menos gasolina.
  4. Não é possível determinar porque o TCU ainda não discutiu o assunto.
  5. Vai depender se a gasolina é gratificada com URP ou não.


    Volto a repetir (ver nota aqui postada anteriormente) que, POR PRINCÍPIO, sou contra greve em universidades públicas. Não há produção de mais-valia, portanto a paralisação não implica em perda para nosso “patrão” (aliás, quem é nosso patrão: o “sistema”?, o presidente?, o ministro – qual deles?, o reitor?, o cidadão – quem?, a sociedade?). Dedico-me de corpo e alma à universidade pública desde 1994 e não consigo defendê-la suspendendo as atividades. Mr. Spock diria que isso é ilógico e eu concordo.

    Outra coisa é o pacto de direitos e deveres sob o qual está fundada a universidade atual ser vilipendiado. Essa acordo indica meus deveres (os quais cumpro com dedicação) e determina o quanto serei pago por isso (independentemente do nome técnico do pagamento). Não faço questão alguma de URP, desde que tal valor me seja pago, sob qualquer outro nome. Aliás, porque não extinguir tantas gratificações e transformar tudo em salário? Gasolina com muito solvente acaba com os motores.

    Minha decisão, nesse exato momento, é entrar em greve. Espero que ela possa, brevemente, ser reconsiderada. O que não impede que continuemos, dentro do escopo da disciplina, a discutir ciência e universidade enquanto a crise de combustível perdurar.

    O tema do encontro de hoje é: 
    Bases institucionais da estrutura da produção de ciência no Brasil de hoje: as universidades
     (ou vocês acham que os carros andam sem combustível?)

    Para melhor discussão, além do excelente texto de Milton Santos (baixe aqui) segue uma nota escrita por um funcionário da UnB endereçado à chefia do departamento, à coordenação do curso de graduação atendida pelo servidor a aos professores de tal curso. Ele me autorizou a publicar o texto, mas, para evitar que a corda arrebentasse do lado mais fraco, eximi dados que pudessem identificar a ele ou a outros envolvidos.

    Após ter a URP incorporada ao salário em decisão da justiça "transitado em julgado" nós estamos sob ameaça do nosso Ministério do Planejamento (MPOG) de perder essa significativa parcela do salário, o  que implicaria em drástica redução salarial, com significativo reflexo no sustento de nossa família.
    Eu gostaria que nosso ministério estivesse lutando por melhoria salarial para professores e funcionários das Universidades que recebem hoje os menores salários do serviço público. É só comparar nossos salários com os iniciais do Poder Legislativo e Judiciário. No entanto, percebo que o mesmo, em suas ameaças que vêm desde o ano passado, tem buscado meios de justificar a retirada de nosso salário dessa histórica conquista, que remonta há cerca de duas décadas e foi conquistada com muito sacrifício e muita luta pela Comunidade Universitária.
    Neste  momento de séria ameaça ao sustento de  nossas famílias, temos duas alternativas de atitude: continuar trabalhando e deixar a ameaça  ser concretizada (ou não) ou ir à luta. Eu que não tenho a tradição de fazer greve, pensei em minha família, o que diria a ela se depois de mais de 20 anos de plena dedicação a uma Instituição chegasse a casa com menos 1/4 do salário? Optei pela segunda alternativa. A partir de hoje, 17/03, e considerando a deflagração  da greve dos servidores em assembléia realizada ontem, informo a todos que aderi à greve e estarei participando dos eventos programados para reverter o quadro instalado.
    Obs.: Recebo mensalmente uma Função Gratificada (FG) para ser o Secretário do Curso de onoononoonoo no valor de R$ 71,05 (setenta e um reais e cinco centavos). Caso a UnB estabeleça como condição para ocupantes de FG aderir à greve e lutar para manutenção de seus salários a entrega da função, a minha está à disposição. Pelo que eu sei esses valores de gratificações para exercício de cargos de confiança da UnB estão congelados há uns quinze anos. E "todos estão nesse mesmo barco" (chefes e secretários de departamento, coordenadores de curso etc - com enormes responsabilidades, trabalhando  muito e muitas vezes deixando o convívio de suas famílias para cumprir suas missões para depois receberem valores irrisórios). Será que também não seria um bom assunto para o nosso  Ministro se preocupar em resolver (poderia até dar uma comparadinha dos valores das FG's das Universidades com as do Legislativo e Judiciário) ao invés de querer cortar parte dos nossos salários ?

    domingo, 14 de março de 2010

    Tarefas da semana


    Para esta semana (aula no dia 18/3) temos as seguintes tarefas:

    1. Painel de discussão sobre ciência e sociedade, tendo como pano de fundo os textos de:

    2. Pretendo fazer uma brevíssima exposição sobre pesquisa em Ciência da Informação, após a qual o Antonio Figueiredo irá apresentar o perfil metodológico das teses e dissertações defendidas no CID
    ===> (acessar).


    3. Conforme combinado, TODOS deverão já ter seu blog disponível para ser analisado pelos colegas.
    Nesse momento o requisito mínimo é:
    • ter o blog no blogspot;
    • identificação da pesquisa e do autor do blog
    • link para este blog;
    • dados básicos do projeto (problema, objetivos e resumo)